CTG Brasil investirá R$ 30 milhões nos próximos três anos em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia elétrica do País, vai investir R$ 30 milhões em projetos de Pesquisa & Desenvolvimento nos próximos três anos, para solucionar problemas que impactam o setor. A empresa conta hoje com um portfólio de 18 iniciativas identificadas e selecionadas, que trarão benefícios, maior desempenho e melhorias para os seus empreendimentos e para o mercado energético como um todo.

“Nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento têm como objetivo garantir maior confiabilidade em nossas operações, além de maior eficiência para o setor elétrico brasileiro”, afirma Evandro Vasconcelos, vice-presidente de Geração da companhia.

Entre os destaques do último ano, a empresa desenvolveu, em conjunto com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Fadepe), um veículo aéreo autônomo não tripulado (VAANT, ou drone) capaz de monitorar os reservatórios de usinas hidrelétricas de maneira remota. A inovação facilita e reduz o custo de monitoramento das barragens e reservatórios dos empreendimentos. Em 2017, o projeto conquistou o primeiro lugar em duas das três premiações do Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica (Citenel).

Em outra frente, a companhia investe em pesquisas para o controle da população de mexilhão dourado (Limnoperna fortunei) nos afluentes brasileiros. O molusco, vindo da Ásia, se incrusta em equipamentos das geradoras de energia e causa prejuízos para cerca de 40% das hidrelétricas do País. Por meio da iniciativa, a CTG, a Bio Bureau e o Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil do Senai (CETIQT) vão criar mexilhões geneticamente modificados para produzir apenas descendentes estéreis.

A empresa estuda também o desenvolvimento de um sistema que aprimore a conversão de energia solar em eletricidade, reduzindo em 40% o tamanho dos sistemas de geração fotovoltaica. A tecnologia se utiliza de concentradores de irradiação do sol, que direcionam a luz para minicélulas de captação, de alto rendimento. O sistema será um estímulo à geração distribuída por meio da fonte solar, que é limpa, renovável e eficiente.

Em 2017, a companhia já destinou R$ 6,4 milhões para a área de P&D, sendo 34% alocados para ações relacionadas ao Meio Ambiente e 23% para estudos de planejamento do sistema elétrico nacional.

Mais informações sobre os programas de Pesquisa & Desenvolvimento da CTG Brasil estão presentes no Anuário 2018, publicado em setembro. O material está disponível no site: http://ctgbr.com.br/anuarioped2018/.

CTG Brasil realiza testes de equipamentos de descarga das Usinas Jupiá e Ilha solteira

Escoar a água de reservatórios hidrelétricos é um procedimento normal e necessário para controle de nível no período chuvoso. Para verificar os órgãos de descarga (vertedouros, dutos e comportas) das usinas e garantir que eles estão funcionando adequadamente, a CTG Brasil realiza entre os dias 17 e 21 de setembro testes e inspeções nas Usinas Jupiá e Ilha Solteira. Por isso, nesse período, pode haver abertura das comportas.

“É uma preparação importante que antecede o período das chuvas, que vai de novembro a abril. O objetivo é assegurar que os mecanismos e sistemas de descarga das usinas estejam em condições ideais de operação, para quando precisarem ser ativados”, explica César Teodoro, diretor de Operação & Manutenção da CTG Brasil. O diretor reforça, ainda, que o procedimento conta com a coordenação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Ainda no período que antecede a estação chuvosa, a CTG Brasil promoverá reuniões em municípios vizinhos ao complexo Jupiá-Ilha Solteira, para expor a operação das hidrelétricas e reservatórios e explicar o SOSEm (Sistema de Operação em Situação de Emergência) – um conjunto de normas e procedimentos de operação e de manutenção para os períodos de secas e de cheias.

Para atender os moradores da Bacia do Paraná, a CTG Brasil disponibiliza o canal Telecheia (0800-647 9001), um atendimento telefônico que funciona todos os dias, 24 horas, com informações sobre as vazões do Rio Paraná.

Corrida Pelo Verde de Três Lagoas abre as inscrições

A partir da próxima quarta-feira (29), estão abertas as inscrições para a 6ª etapa da Corrida Pelo Verde que acontecerá em Três Lagoas, no dia 30 de setembro. Com realização da Associação Paraolímpica de Campinas (APC) e apoio da Prefeitura Municipal, o evento é patrocinado, via Lei de Incentivo ao Esporte, pela CTG Brasil, empresa que administra e opera as hidrelétricas Jupiá e Ilha Solteira, no Rio Paraná. As inscrições são gratuitas e participação é aberta a crianças, adolescentes, adultos, idosos e pessoas com deficiência.

As provas serão de 5km e 10km para a corrida, e o percurso de 5km, para a caminhada. Para a corrida, a inscrição dos atletas é obrigatória. Já para a caminhada, não é obrigatório inscrever-se: os interessados podem chegar ao evento e participar. As inscrições devem ser feitas pela internet, em www.corridapeloverde.com.br/etapa 06. O período vai de 29 de agosto a 21 de setembro, ou até esgotarem as vagas.

Cada inscrito receberá um kit contendo gymbag, número de peito, camisa do evento e medalha. No caso da corrida, os atletas recebem também o chip eletrônico que cronometra automaticamente o tempo individual. Os kits são exclusivos para os  participantes inscritos. A distribuição será na véspera do evento (sábado, dia 29), das 10h às 16h, na Lagoa Maior, próximo ao Complexo Poliesportivo Professor Eduardo Antônio Milanez.

O local –onde também será dada a largada, no domingo – funcionará como um posto de arrecadação de alimentos, que serão doados para instituições de Três Lagoas. Para aderir à ação solidária, basta levar 1 kg de alimento não perecível.

Pelo verde

De acordo com Daniel Oliveira, da 3S Projetos, empresa organizadora, a Corrida Pelo Verde promove a prática esportiva, mas também conscientiza para a preservação ambiental. Por conta disso, o evento será abastecido por energia solar, gerada a partir de um veículo adaptado com placas fotovoltaicas que estará estacionado no local das provas. “Utilizando energia limpa, buscamos chamar a atenção da população para as diferentes formas de cuidar do meio ambiente e ser a favor do verde”, afirma.

Para a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete da Hora, o projeto vai ao encontro dos valores da empresa, que produz energia limpa com investimentos em 17 hidrelétricas e 11 parques eólicos, em 10 estados brasileiros. “Apoiamos iniciativas comprometidas com o meio ambiente e o bem-estar das pessoas. A Corrida pelo Verde, assim como outros projetos patrocinados pela CTG Brasil, é também uma forma de nos relacionarmos com as comunidades vizinhas”, comenta.

Serviço

6ª etapa da Corrida Pelo Verde

Inscrições: Gratuitas, de 29 de agosto a 21 de setembro, pela internet

Sitewww.corridapeloverde.com.br/etapa 06

Data da prova: 30 de setembro (domingo)

Largada: Lagoa Maior, próximo ao Complexo Poliesportivo Professor Eduardo Antônio Milanez

Horário:  8h (9h, pelo horário de Brasília)

CTG Brasil leva “Brincando na Praça” a 23 municípios

Em nova temporada, o projeto Brincando na Praça está visitando cidades próximas das 14 hidrelétricas administradas pela CTG Brasil. De 18 de agosto a 16 de dezembro, 23 municípios receberão as atividades esportivas, de lazer e promoção da saúde, nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás. A programação é realizada pela Liga RMC de Esportes, com patrocínio da CTG Brasil, via Lei de Incentivo ao Esporte.

O projeto acontece em espaços públicos, sempre das 10h às 17h, com participação gratuita e aberta à comunidade. A população conta com professores de educação física e monitores para praticar esportes coletivos, jogos de tabuleiro e as tradicionais brincadeiras infantis de rua. Aos adultos são oferecidas, também, aulas de zumba e aferição da pressão arterial.

“Patrocinar programações culturais, de educação ambiental, esportes e lazer é uma das maneiras de a CTG Brasil cumprir com sua responsabilidade socioambiental”, diz Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade.

ATIVIDADES NA PRAÇA

Esportivas: futsal, basquete, tênis, vôlei, peteca e jogos de tabuleiro.

Lazer: brinquedos infláveis e camas elásticas.

Lúdicas: pintura facial, desenho e recreação com jogos e brincadeiras tradicionais.

Saúde: aferição de pressão arterial e aula de zumba.

Exposição “Onde os arquivos despertam” revela curiosidades e bastidores de um acervo histórico

No dia 14 de agosto (terça-feira), o Museu da Energia de São Paulo, mantido pela Fundação Energia e Saneamento com patrocínio via Lei Rouanet da CTG Brasil, inaugura a sua nova exposição temporária, “Onde os arquivos despertam”. A mostra apresenta uma pequena fração do vasto acervo da Fundação Energia e Saneamento, composto por mais de 260 mil materiais iconográficos, 1.600 metros lineares de documentos textuais, entre outros, e que apresentam a história da energia, da industrialização e da urbanização no Estado de São Paulo. Além de reunir fotografias, mapas e outros documentos curiosos, a exposição revela os bastidores do dia a dia em um acervo histórico, convidando o público a conhecer o ambiente de trabalho de um arquivo, seus profissionais e as práticas de tratamento e cuidado com os documentos.

Dentre os itens de acervo expostos, destacam-se desenhos arquitetônicos do Solar da Marquesa, último exemplar remanescente da arquitetura residencial urbana setecentista na Capital, e que, no início do século 20, pertenceu à The San Paulo Gas Company, empresa inglesa responsável pela implantação da iluminação pública a gás em São Paulo a partir de 1872; a exposição ainda apresenta fichas de funcionários da antiga companhia Light, que introduziu os bondes elétricos na cidade a partir de 1900 – os documentos registram a crescente presença de imigrantes na Capital neste período; e fotografias e documentos pessoais do engenheiro Catullo Branco, pioneiro nos estudos sobre energia eólica no país, nos anos 1930, deputado federal nos anos 1940 e responsável pelo projeto da Hidrovia Tietê-Paraná, umas das mais importantes do país. A mostra temporária permanece no museu até 13 de outubro.

A Fundação Energia e Saneamento salvaguarda, por meio de seu Núcleo de Documentação e Pesquisa (NDP), uma rica diversidade de documentos, como mapas, fotografias, arquivos textuais e audiovisuais e objetos museológicos, e que foram produzidos desde o final do século XIX e doados à instituição pelas empresas do setor de energia. Tais documentos permitem a compreensão das mudanças ocorridas na economia e na sociedade brasileiras ao longo do século XX, em parte pela influência da eletrificação no país e sua relação com os processos de urbanização e industrialização. A equipe do NDP, em conjunto com o Setor Educativo do museu, foi a responsável pela curadoria da exposição.

CICLO DE PALESTRAS “ARQUIVOS, MUSEUS E BIBLIOTECAS”

Integrando a programação da exposição, haverá a realização de um ciclo de palestras com o tema “Arquivos, Museus e Bibliotecas”. A primeira roda de conversa acontece no dia 25 de agosto. Às 11 horas, Marcia Pazin, Doutora e Mestre em História Social pela USP e docente do curso de Arquivologia da UNESP (Campus Marília), realiza uma palestra sobre memória institucional a partir da sua experiência no acervo da Fundação Energia e Saneamento. No mesmo dia, às 15 horas, Marilúcia Bottallo, museóloga especializada em Gestão de Informações e em Gestão institucional e diretora técnica do Instituto de Arte Contemporânea (IAC), compartilha sua vivência na área de documentação, conservação e extroversão de arquivos no setor das artes.

A exposição “Onde os arquivos despertam” conta com o apoio do Instituto de Arte Contemporânea – IAC e da Casa do Restaurador. O ciclo de palestras tem a colaboração das instituições IAC, Fundação Bunge, Museu da Imigração, Biblioteca Parque Villa-Lobos, Memorial da Resistência e Museu da Obra Salesiana.

OFICINA “DOCUMENTO DE FAMÍLIA”

Outra atividade paralela à exposição é a oficina “Documento de Família“. Gratuita, a ação será realizada no dia 1º de setembro (sábado), às 10 horas, e oferecerá orientações da área de arquivística e conservação para o público que deseja saber como preservar, da forma mais adequada, fotos e documentos antigos de família. As vagas são limitadas e é necessário inscrever-se pelo e-mail saopaulo@museudaenergia.org.br.

Ministrada pela profissional arquivista Maria Fernanda Mendes e Freitas, coordenadora de documentação da Fundação Energia e Saneamento, a oficina abordará a importância de se ter um acervo pessoal organizado e como tratar as documentações geradas ao longo da vida, sejam elas fotográficas ou textuais. O workshop ainda dará dicas para quem tem o hábito de acumular documentos físicos e digitais (o que guardar e o que descartar?), ensinando a melhor forma de acondicionamento e os tipos de materiais mais adequados (pastas, envelopes etc), além de orientações sobre o que fazer com documentos já danificados.

SERVIÇO EXPOSIÇÃO “ONDE OS ARQUIVOS DESPERTAM” NO MUSEU DA ENERGIA DE SP

Datas: 14 de agosto a 13 de outubro de 2018.

Onde? Museu da Energia – Alameda Nothmann, 184, Campos Elíseos, São Paulo – SP
Funcionamento: terça a sábado, das 10 às 17 horas.

Informações: 11 3224 1489 ou saopaulo@museudaenergia.org.br

ENTRADA GRATUITA

www.museudaenergia.org.br

Hidrelétrica Chavantes ganha exposição histórica

Nesta semana, a hidrelétrica Chavantes inaugura uma exposição histórica permanente apresentando os fatos mais marcantes dos seus 48 anos de atividades, em painéis com fotos e textos.  Com a mostra instalada na sede da usina, a CTG Brasil – empresa que opera Chavantes por meio da Rio Paranapanema Energia – está disponibilizando para colaboradores e visitantes esse importante acervo e colaborando para manter a história da usina viva. A hidrelétrica Chavantes fica no Rio Paranapanema, entre os municípios de Chavantes (SP) e Ribeirão Claro (PR), e recebe grupos de visitantes de cidades da região, especialmente estudantes, por meio de um programa visitas.

A exposição é realizada em parceria com a Fundação Energia e Saneamento e foi elaborada com o propósito de preservar a memória da usina, que tem importante papel no desenvolvimento regional. “A partir de agora, esse resgate histórico pode ser compartilhado com as gerações atuais e futuras, já que a exposição passa a fazer parte do roteiro de visitação da usina”, comenta a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete da Hora.

Nos painéis, além de fotos que retratam desde o período de construção da usina até os dias atuais, há informações técnicas como capacidade, geração de energia e  programas ambientais desenvolvidos na área de abrangência da hidrelétrica. O espaço também traz o perfil da CTG Brasil – uma das maiores empresas de energia limpa do mundo que administra 14 hidrelétricas no País, oito delas no Rio Paranapanema.

Visitação

A visita à exposição, bem como aos demais espaços da usina hidrelétrica Chavantes, é gratuita e está aberta a estudantes e outros grupos interessados, de 25 a 50 pessoas. É necessário fazer um agendamento prévio pelo e-mail programadevisitas@andreucci.com.br. No caso de escolas (ensinos fundamental, médio e superior), os estudantes devem ser acompanhados por três representantes da instituição.

O Programa de Visitas da CTG Brasil é realizado por monitores que explicam o funcionamento da usina, enquanto percorrem com os visitantes salas de comando, turbinas e barragem – um roteiro que dura em média 1 hora. “O público também recebe informações sobre os programas ambientais da companhia, além da importância do uso sustentável da água, que é nossa fonte de energia e patrimônio natural de todos”, ressalta a diretora da empresa.

Corrida pelo Verde reuniu mais de mil participantes

Ilha Solteira sediou, no último domingo, a 4ª etapa da Corrida pelo Verde. O evento de corrida e caminhada reuniu mais de mil pessoas entre atletas amadores, disputando as provas de 4km e 8km, e caminhantes de todas as idades. O público também marcou presença na Praça dos Paiaguás, local da largada, incentivando os participantes. A Corrida pelo Verde é realizada pela Associação Paraolímpica de Campinas (APC), com patrocínio da CTG Brasil, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, e apoio da Prefeitura Municipal de Avaré.

Para a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete da Hora, a disposição dos atletas e a participação da comunidade contribuíram para o sucesso do evento. “Estamos satisfeitos com o resultado da programação, prestigiada pelos moradores de Ilha Solteira e também da região”, destaca.

Nas provas de corrida, os lugares no pódio foram bastante disputados. Entre os homens, nos 8 km o primeiro lugar ficou com Ricardo de Souza, com o tempo de 28 minutos e 53 segundos, e no feminino a vencedora foi Bárbara Bento Bitencourt, com 35 minutos e 52 segundos.

No masculino, a corrida de 4km foi vencida por Marcos André de Freitas Hidalgo, com o tempo de 14 minutos e 10 segundos. O mesmo percurso foi concluído em 18 minutos e 32 segundos por Sandra Regina Zago Duarte, que alcançou a melhor marca da prova entre as mulheres.

Sustentabilidade

Além de incentivar a prática esportiva visando à saúde e qualidade de vida, a Corrida Pelo Verde estimulou a solidariedade. As inscrições foram gratuitas, mas os participantes puderam doar alimentos não perecíveis que serão destinados às entidades assistenciais de Ilha Solteira.

A programação também conscientizou o público sobre a importância da preservação ambiental. Utilizando energia limpa e chamando a atenção sobre diferentes formas de cuidar do meio ambiente, o evento foi abastecido por energia solar, gerada a partir de um veículo adaptado com placas fotovoltaicas, que ficou estacionado no local das provas.

PÓDIO

8KM – Masculino

1º Ricardo de Souza: 28 minutos e 53 segundos

2º Guilherme Diegues de Lima: 28 minutos e 55 segundos

3º Leonardo Rodrigo Duarte: 29 minutos e 43 segundos

8KM – Feminino

1º Bárbara Bento Bitencourt: 35 minutos e 52 segundos

2º Mírian Aparecida Rodrigues: 36 minutos

3º Brenda Silva da Costa:38 minutos e 45 segundos

4KM – Masculino

1º Marcos André de Freitas Hidalgo:14 minutos e 10 segundos

2º Otavio Emanoel Rodrigues: 14 minutos e 17 segundos

3º Nelson Alves Santiago: 14 minutos e 47 segundos

4KM – Feminino

1º Sandra Regina Zago Duarte: 18 minutos e 32 segundos

2º Alexandra G. V. de Menezes Jorge: 18 minutos e 51 segundos

3º Danielle Cristina Marques Gomes Pego: 19 minutos e 32 segundos

Peça infantil sobre aquecimento global visita 31 cidades

Alunos de escolas públicas de 31 cidades vizinhas das usinas hidrelétricas administradas pela CTG Brasil irão assistir a um espetáculo divertido sobre um assunto importante: o aquecimento global. De 14 de agosto a 6 de setembro, a peça “A Ursa Rosa em Projeto Iceberg – Entendendo as Mudanças Climáticas” circula pelos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás abordando os riscos para o planeta decorrentes das alterações na natureza.

Com uma abordagem leve e didática, a peça faz parte do projeto “Diverte Teatro Viajante”, que tem patrocínio da CTG Brasil, via Lei Rouanet, e realização da Ciência Divertida Brasil – empresa líder em atividades teatrais interativas para público de 4 a 17 anos. No ano passado, também sob o patrocínio da empresa, o espetáculo circulou em 40 municípios paulistas e paranaenses na região das hidrelétricas do Rio Paranapanema, alcançando cerca de 8.000 crianças.

De acordo com a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete da Hora, a companhia participa da vida dos municípios vizinhos aos seus empreendimentos também por meio dos projetos culturais, esportivos, sociais e de educação ambiental que apoia visando contribuir com o desenvolvimento local. “Essa proximidade com as comunidades é muito importante para nós”, ressalta.

Espetáculo interativo

Ursa Rosa, que mora no Polo Norte, pede socorro ao ver o gelo derretendo e o nível do mar, subindo. Cientistas recebem a mensagem e convidam a plateia a pensar sobre as mudanças climáticas que afetam a Terra e colocam em risco a vida da ursa e de todos os seres vivos.

Com uma linguagem simples, muita interação com o público e experiências científicas no palco, a peça sobre as mudanças climáticas torna o assunto acessível e interessante. “O Projeto Iceberg foca em entreter e ensinar o público infanto-juvenil, integrando a plateia na atuação e nas vivências do espetáculo”, diz o diretor da Ciência Divertida, Júlio Martinez. “Os alunos entendem a importância de discutir o aquecimento global, conseguem compreender o tema de uma maneira mais clara, participam e refletem sobre aquilo”, complementa.

Corrida Pelo Verde acontece neste domingo

A 4ª etapa da Corrida Pelo Verde promete movimentar Ilha Solteira na manhã deste domingo (5). O evento de corrida e caminhada terá largada na Praça dos Paiaguás, às 9h. Com patrocínio da CTG Brasil, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, a programação é realizada pela Associação Paraolímpica de Campinas (APC) e tem o apoio da Prefeitura Municipal.

No sábado (4), os inscritos para as provas de corrida (4 km e 8 km) e caminhada (4 km) devem retirar seus kits contendo camisa do evento, gymbag, número de peito, chip eletrônico (para cronometrar automaticamente o tempo do atleta) e medalha de participação. No posto de entrega dos kits, na Praça dos Paiaguás, o atendimento será das 10 às 16 horas. Quem ainda não se inscreveu, poderá fazer isso no local. O posto também estará arrecadando alimentos que serão doados a instituições da cidade. Para aderir à ação solidária, basta levar 1 kg de alimento não perecível.

A caminhada não requer inscrição prévia – é só ir até a praça no domingo, no horário da largada. A atividade é aberta a crianças, adolescentes, adultos, idosos e pessoas com deficiência, já que o evento tem uma estrutura adequada à inclusão deste público. No entanto, os kits de participação são restritos aos inscritos. Nas provas de corrida – para as quais é imprescindível a inscrição –, no masculino e feminino, os três primeiros atletas classificados receberão troféus.

O diretor da APC, Robson Panobianco, ressalta que além de estimular a prática esportiva, a Corrida Pelo Verde alerta para a necessidade de ações coletivas em prol do meio ambiente. Com esse foco, o evento será abastecido por energia solar, gerada a partir de um veículo adaptado com placas fotovoltaicas que estará estacionado no local das provas.

Para a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete Viana da Hora, o projeto vai ao encontro dos valores da empresa, que produz energia limpa com investimentos em 17 hidrelétricas e 11 parques eólicos, em 10 estados brasileiros. “Apoiamos iniciativas comprometidas com o meio ambiente e o bem-estar das pessoas. O projeto Corrida pelo Verde, assim como outros patrocinados pela CTG Brasil em Ilha Solteira, é mais uma forma de nos relacionarmos com a comunidade”, comenta.

Serviço

4ª Etapa da Corrida Pelo Verde

Inscrições: Gratuitas, no dia 4, na Praça dos Paiaguás

Evento: 5 de agosto (domingo), às 9h

Local da largada: Praça dos Paiaguás, Ilha Solteira

Exposição retrata história da Hidrelétrica Rosana

Nesta semana, a hidrelétrica Rosana inaugura uma exposição histórica permanente apresentando os fatos mais marcantes dos seus 31 anos de atividades, em painéis com fotos e textos.  Com a mostra instalada na sede da usina, a CTG Brasil – empresa que opera Rosana por meio da Rio Paranapanema Energia – está disponibilizando para colaboradores e visitantes esse importante acervo e colaborando para manter a história da usina viva. A hidrelétrica Rosana fica no Rio Paranapanema, entre os municípios de Rosana (SP) e Diamante do Norte (PR), e recebe grupos de visitantes de cidades da região, especialmente estudantes, por meio de um programa visitas.

A exposição é realizada em parceria com a Fundação Energia e Saneamento e foi elaborada com o propósito de preservar a memória da usina, que tem importante papel no desenvolvimento regional. “A partir de agora, esse resgate histórico pode ser compartilhado com as gerações atuais e futuras, já que a exposição passa a fazer parte do roteiro de visitação da usina”, comenta a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete da Hora.

Nos painéis, além de fotos que retratam desde o período de construção da usina até os dias atuais, há informações técnicas da UHE Rosana, como capacidade, geração de energia, programas ambientais e projetos de pesquisas desenvolvidos na sua área de abrangência. O espaço também traz o perfil da CTG Brasil – uma das maiores empresas de energia limpa do mundo que administra 14 hidrelétricas no País, oito delas no Rio Paranapanema.

Visitação

A visita à exposição, bem como aos demais espaços da usina hidrelétrica Rosana, é gratuita e está aberta a estudantes e outros grupos interessados, de 25 a 50 pessoas. É necessário fazer um agendamento prévio pelo e-mail programadevisitas@andreucci.com.br. No caso de escolas (ensinos fundamental, médio e superior), os estudantes devem ser acompanhados por três representantes da instituição.

O Programa de Visitas da CTG Brasil é realizado por monitores que explicam o funcionamento da usina, enquanto percorrem com os visitantes salas de comando, turbinas e barragem – um roteiro que dura em média 1 hora. “O público também recebe informações sobre os programas ambientais da companhia, além da importância do uso sustentável da água, que é nossa fonte de energia e patrimônio natural de todos”, ressalta a diretora da empresa.