Projeto Uniarte tem patrocínio da CTG Brasil

Em Ilha Solteira (SP), o Projeto Uniarte oferece a jovens artistas a oportunidade de participarem, como bolsistas, de oficinas multidisciplinares de artes cênicas e atividades de difusão cultural. Realizada pelo Ministério da Cultura e a Brigueiro Participações e Serviços Teatrais, a programação tem patrocínio, via Lei Rouanet, da CTG Brasil. A Prefeitura Municipal é parceira do projeto.

Além das oficinas de Produção Teatral, Formação de Atores, Dança e Expressão Teatral e Música, o projeto prevê a montagem de um espetáculo teatral e diversas atividades de difusão cultural ao longo do ano, como 10 edições da Manhã Literária na Biblioteca Municipal Assis Chateaubriand. Crianças da rede municipal serão contempladas com sessões de contação de histórias oriundas dos folclores chinês e brasileiro.

O projeto culmina com a montagem de um espetáculo teatral inspirado nesses temas folclóricos. As apresentações públicas e gratuitas ocorrerão, no final do ano, em Ilha Solteira e mais sete cidades vizinhas das hidrelétricas operadas pela CTG Brasil em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Santa Catarina.

“Nós, da CTG Brasil, estamos felizes em investir no futuro destes jovens talentos. Esta e outras iniciativas da empresa de fomento à cultura, em Ilha Solteira, fortalecem ainda mais os nossos laços com a comunidade”, comenta a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade, Salete da Hora.

Processo seletivo –  Candidatos às 10 bolsas devem se inscrever de 21 a 27 de março, na Casa da Cultura Rachel Dossi ou pelo e-mail uniarteilha@gmail.com. A seleção acontecerá no dia 27 de março, às 18h, no Cine Paiaguás. O resultado será divulgado no dia 29 de março, na página da Uniarte no Facebook (www.facebook.com/uniarteilha). As aulas começam no dia 3 de abril.

CTG Brasil comemora Dia da Água com solturas de peixes e educação ambiental

A CTG Brasil promove uma série de atividades alusivas ao Dia Mundial da Água, lembrado nesta quinta-feira, 22 de março. Com solturas de peixes e atividades de educação ambiental realizadas ao longo da semana, a companhia alcançou as comunidades situadas nos municípios vizinhos aos seus empreendimentos.

Na região da Bacia da Hidrográfica do Rio Sapucaí, a CTG Brasil soltou 23 mil peixes jovens nos reservatórios das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Palmeiras e Retiro, em Guará e São Joaquim da Barra. Além disso, a empresa promoveu uma palestra para 50 alunos de duas escolas municipais de Guará.

No Rio Paranapanema, as comemorações do Dia da Água resultaram na soltura de 250 mil peixes nos oito reservatórios das hidrelétricas operadas pela CTG Brasil nesta região. Para totalizar um lote de 400 mil exemplares soltos no rio, a companhia reservou as espécies curimbatá, piava-três-pintas e piauçu.

Já a programação educativa, que prossegue na próxima semana, envolveu a equipe de meio ambiente em palestras sobre reprodução de peixes em cativeiro e repovoamento da Bacia do Paranapanema para cerca de 350 alunos de escolas públicas nos seguintes municípios: Avaré, Santa Cruz do Rio Pardo, Palmital e Teodoro Sampaio, do lado paulista; e Ribeirão Claro, Andirá, Santo Inácio e Santa Mariana, do lado paranaense.

No município de Paranaíba (MS) também teve soltura de 60 mil peixes no reservatório da usina hidrelétrica Ilha Solteira. A atividade foi realizada dia 21, na Estância Turística Alencastro, com a participação de 50 alunos da rede municipal de ensino.

Em Caçu (GO), região da usina hidrelétrica Salto, no Dia da Água, 250 estudantes participaram de palestras sobre a importância do uso sustentável da água, o funcionamento da usina hidrelétrica e os principais projetos ambientais da empresa na região.

Ainda em Santa Cruz do Rio Pardo, nesta sexta-feira (23), a CTG Brasil participa do evento que celebra também o Dia do Rio Pardo (25), realizado em parceria com a Sabesp, Prefeitura Municipal e ONG Rio Pardo Vivo. Serão colocados 50 mil peixes no Rio Pardo, o mais importante afluente do Paranapanema a desaguar no reservatório de Salto Grande.

Para o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil, Aljan Machado, todas as atividades expressam a responsabilidade ambiental da empresa ao preservar os recursos naturais e estimular as comunidades no entorno de seus empreendimentos a fazerem o mesmo. “Ao desenvolvermos todos os nossos projetos ambientais, incluindo as solturas de peixes e atividades com as crianças, estamos investindo no presente e no futuro”, enfatiza.

8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA

A CTG Brasil também marcou presença no 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília (DF), de 18 a 23 de março. A empresa é uma das patrocinadoras do Green Nation – evento que discute o aproveitamento racional e sustentável dos recursos hídricos. Durante a programação, os visitantes conheceram o projeto “Asa Delta”, podendo sobrevoar em uma asa delta locais como as Cataratas do Iguaçu e a usina hidrelétrica Ilha Solteira (SP), uma das mais importantes do País.

CTG Brasil patrocina Green Nation, dentro do 8º Fórum Mundial da Água

A CTG Brasil, uma das principais geradoras privadas de energia elétrica do País, será uma das patrocinadoras do Green Nation, que em sua quarta edição acontece durante o 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília (DF) de 18 a 23 de março.

Uma das maiores novidades no evento será a instalação “Asa Delta”, um passeio em realidade virtual tendo como foco de abordagem o protagonismo das águas brasileiras. Os visitantes “voam” em uma asa delta em realidade virtual por locais como a usina hidrelétrica Ilha Solteira, uma das mais importantes do Brasil, controlada pela CTG Brasil.

“A CTG Brasil tem o DNA da Sustentabilidade em sua missão, que é prover energia limpa para as pessoas por meio de projetos em harmonia com o planeta. Por isso, temos todo o interesse em apoiar ações como o Green Nation, que promovem a conscientização desse tema tão relevante para a sociedade”, diz Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil.

O Green Nation é um movimento brasileiro que une experimentação, sensorialidade, emoções e interatividade, entretenimento e inovação para dialogar com a sociedade sobre as mudanças necessárias para a consolidação de novos cenários para pessoas, negócios e o meio ambiente. As ações são estruturadas em três áreas: Sustentabilidade, cidadania e bem-estar.

O evento irá ocupar uma área de cerca de 2,7 mil metros quadrados na Vila Cidadã do Fórum Mundial da Água, que tem como objetivo discutir o aproveitamento racional e sustentável dos recursos hídricos. Organizado pelo Conselho Mundial da Água, o Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos e é uma iniciativa do Conselho Mundial da Água, composta por representantes de governos, academia, sociedade civil, empresas e organizações não governamentais.

“Nós acreditamos que a sustentabilidade é uma atitude. Para entendê-la é preciso experimentar. Quem sente não esquece e muda seus hábitos porque entende que a sua vida e de outros depende disso. O Green Nation acredita que, para garantir o futuro do planeta agora, é preciso engajar pessoas através das emoções e das inovações. No Fórum Mundial da Água, nossa missão é mostrar a sustentabilidade em todos os sentidos”, destaca o diretor Geral do Green Nation, Marcos Didonet.

GREEN NATION – VILA CIDADÃ – 8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA

De 17 a 23 de março de 2018

09h às 17h

Estádio Nacional Mané Garrincha – Brasília (DF)

Credenciamento prévio:

http://www.worldwaterforum8.org/pt-­‐‑br/credenciamento

 

Maior hidrelétrica do Paranapanema completa 41 anos

Em 10 de março de 1977, a hidrelétrica Capivara iniciava suas operações. Decorridos 41 anos, a usina ainda figura entre as mais importantes do país, com produção em torno de 450 MW médios para o sistema elétrico brasileiro – energia suficiente para abastecer uma cidade de 1,35 milhão de habitantes. Atualmente, Capivara passa por um processo de modernização e repotenciação. De acordo com a concessionária CTG Brasil, a expectativa é concluir os trabalhos até o primeiro semestre de 2019, ampliando a capacidade instalada em 24MW.

Se a modernização de Capivara é uma obra expressiva, que envolve um contingente de aproximadamente 100 profissionais e um investimento estimado em R$150 milhões – a construção da hidrelétrica foi um empreendimento gigantesco, que movimentou a economia muito além das cidades-sede da usina: Taciba, pelo lado paulista, e Porecatu, pelo paranaense. Para se ter uma ideia da abrangência, o reservatório alcança 20 municípios da Bacia do Paranapanema, uma área que foi impactada também com melhorias na infraestrutura, como a implantação de estradas e pontes.

Atualmente sob a concessão da Rio Paranapanema Energia, uma empresa da CTG Brasil – segunda maior companhia de energia privada do país –, Capivara é um bem da União que a concessionária possui o direito de operar. A CTG Brasil assumiu a operação de Capivara em dezembro de 2016 e detém a concessão até 2029.

Sobre o relacionamento com os municípios vizinhos, Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, diz que a companhia investe numa relação cada vez mais próxima. “Queremos estreitar laços e contribuir para o desenvolvimento social, ambiental e econômico dessas comunidades. Para isso, estamos promovendo diversas ações, e de forma cada vez mais significativa e focada nesses objetivos”, expõe.

Capivara tem o maior reservatório do rio Paranapanema, com 576 quilômetros quadrados de área e 5,7 bilhões de metros cúbicos represados. São 1.550 quilômetros lineares de bordas, banhando nove cidades paulistas e 11 paranaenses. Uma vez implantado, o grande lago extrapolou a finalidade principal de assegurar a água para a geração da usina, e passou a ter usos múltiplos, pelas comunidades. No entanto, áreas de agropecuária, loteamentos, de lazer, hotelaria e outras, confrontantes com o reservatório, precisam ser regularizadas ambientalmente.

“A regularização de acordo com as leis ambientais brasileiras ajuda a conservar um patrimônio natural que é de toda a sociedade. O objetivo é que as atividades desenvolvidas ou pretendidas às margens do reservatório ocorram de maneira regular e ordenada, e não comprometam a natureza e o uso sustentável do rio Paranapanema”, justifica Ivan Toyama, gerente-adjunto de Patrimônio da CTG Brasil.

 

Mineira é a primeira mulher mecânica de manutenção da usina Jupiá

Em um momento em que as discussões sobre gênero estão em forte evidência, a mineira Geicielle Aparecida Vaz não se intimida diante do preconceito. Aos 24 anos, a primeira mulher a atuar como técnica de manutenção mecânica da usina hidrelétrica Jupiá – uma das principais usinas brasileiras operada pela CTG Brasil, no Rio Paraná –, escolheu um espaço profissional predominantemente masculino no setor elétrico. Disputar o atual cargo com um grupo formado por homens e conquistar a única vaga é uma vitória que contribuiu para reduzir as fronteiras profissionais entre mulheres e homens.

“Quando fui selecionada fiquei muito feliz por saber que a empresa em que eu trabalho, a CTG Brasil, seleciona quem está mais preparado, independente de gênero”, comenta. Sobre o trabalho com a equipe masculina, ela é enfática: “Não sofro nenhum tipo de discriminação. Pelo contrário, todos fazem questão de me ensinar, tirar minhas dúvidas, me incentivar”.

De acordo com a diretora de Recursos Humanos da CTG Brasil, Geisa Angeli, essa atitude da equipe está alinhada com a postura corporativa de equidade entre os gêneros. “Temos mulheres em todos os níveis hierárquicos. Estamos interessados em reconhecer e desenvolver talentos, independentemente de gênero, e em trazer a diversidade criativa para dentro da empresa”, expõe.

Para comprovar a afirmação de Geisa, a companhia acaba de contratar outra jovem na área de manutenção em Jupiá. Karini Rosseti, técnica em eletrônica, foi selecionada por meio do Programa Nova Geração, que buscou jovens profissionais para a área de Manutenção, e assumiu as atividades na usina em meados de fevereiro.

EDUCAÇÃO

Vencer na vida pela educação foi o conselho da mãe de Geicielle, uma dona de casa, às duas filhas. Ao invés do trabalho na lavoura, com o pai agricultor, as meninas então se dedicaram aos estudos. “Minha mãe sempre disse que eu poderia ser o que quisesse, desde que estudasse pra isso”, lembra a jovem, que munida de diploma, encarou os desafios.

Formada nos cursos técnicos e Mecânica e Eletrotécnica, Geicielle iniciou a carreira no setor elétrico como estagiária na UHE Estreito (MG). Depois foi contratada pela hidrelétrica Salto (GO), também operada pela CTG Brasil, e hoje, está em Jupiá. “Sou muito realizada por ser a primeira mecânica mulher da usina. Não me imagino fazendo outra coisa que não trabalhar em hidrelétrica, e espero construir uma carreira sólida em Jupiá”, diz Geicielle, cujos planos agora são iniciar, no segundo semestre deste ano, a faculdade de Engenharia Mecânica.

CTG Brasil coloca 720 mil peixes no Paranapanema

Reservatórios de hidrelétricas do rio Paranapanema receberam 720 mil novos peixes, soltos pela CTG Brasil como parte de seu programa de manejo pesqueiro. O lote de pacus, piaparas, piaus-três-pintas, curimbatás e piaussu foi dividido em nove solturas, iniciadas no dia 1º de fevereiro e concluídas nesta quinta-feira (22).

Em março, os lagos das oito usinas operadas pela CTG Brasil no Paranapanema serão contemplados com mais 400 mil peixes de espécies nativas, totalizando 1,120 milhão de novos exemplares soltos no primeiro trimestre de 2018. A meta da companhia é colocar 1,5 milhão de peixes a cada ano nos reservatórios das hidrelétricas Jurumirim, Chavantes, Salto Grande, Canoas I e II, Capivara, Taquaruçu e Rosana.

“Cumprimos com essa meta anualmente no rio Paranapanema e em 2018 não será diferente”, afirma o gerente de Meio Ambiente da CTG Brasil, Rogério Marchetto. Ele explica que os peixes para repovoamento são produzidos na Estação de Piscicultura que a CTG Brasil mantém em Salto Grande (SP), “com espécies nativas de valor econômico e cultural para os moradores da Bacia do Paranapanema e visando à manutenção da biodiversidade do rio”.

Além das espécies utilizadas nas primeiras solturas do ano, Marchetto lembra que o programa utiliza também outras, como lambari, dourado e piracanjuba. Quanto aos locais de soltura, de acordo com o gerente, eles são selecionados pelas boas condições de abrigo e alimentação, e ainda facilitam a dispersão dos novos peixes pelo rio Paranapanema e afluentes, “contribuindo para o repovoamento e atendendo as necessidades das comunidades ribeirinhas e do turismo da pesca”.

“Sempre priorizamos as espécies nativas que são importantes para a localidade, com o foco na preservação dos peixes em cada região”, ressalta Marchetto, sobre as atividades de repovoamento realizadas pela CTG Brasil.

Usinas Jupiá e Ilha Solteira recebem jovens profissionais

 

Nesta semana, 11 jovens profissionais começam a trabalhar na CTG Brasil, atuando na área de manutenção das usinas hidrelétricas Jupiá e Ilha Solteira. Eles foram selecionados para participar do Programa Nova Geração, que proporciona um programa de treinamento e desenvolvimento por 1 ano, com acompanhamento pela equipe de RH e profissionais experientes das usinas, que desempenham o papel de tutores.

De acordo com a diretora de RH da companhia, Geisa Angeli, o programa foi criado para alavancar o início das carreiras desses jovens técnicos. “A CTG Brasil investe no desenvolvimento das pessoas, criando  programas de capacitação e trazendo a diversidade criativa para dentro da nossa empresa. É também uma estratégia para mantermos  a excelência”, comenta.

Quanto às vantagens do Nova Geração para os profissionais contratados, a diretora destaca  que irão começar suas trajetórias na segunda maior geradora de energia privada do País, interagindo com profissionais com um amplo conhecimento para aprenderem o que há de mais moderno no setor elétrico.

“Agora esperamos desse grupo desenvolvimento profissional de alta performance e integração total com os colaboradores experientes que temos nas usinas. Nós iremos participar do desenvolvimento dessa nova geração e, também, aprender com esses jovens”, ressalta.

Participaram do processo seletivo do Programa Nova Geração jovens com até dois anos de formação em cursos técnicos de Eletrotécnica, Eletrônica, Automação e Mecânica.

PCH Palmeiras completa seis anos de operação

A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Palmeiras completa seis anos de operação no dia 7 de fevereiro. Sob a gestão da CTG Brasil – a segunda maior geradora de energia privada do país – o empreendimento localizado no rio Sapucaí-Mirim, entre São Joaquim da Barra e Guará, tem capacidade instalada de 16,5 MW e produz energia que poderia abastecer uma cidade com cerca de 17 mil habitantes.

Palmeiras possui um reservatório de 2,6 quilômetros quadrados de área e opera a fio d’água, isto é, esse represamento não tem capacidade de acumulação e não apresenta variação de nível. Quanto à energia produzida, Palmeiras – juntamente com a vizinha PCH Retiro – integra o Sistema Interligado Nacional (SIN), que atende à demanda de todas as regiões do País por meio das redes de linhas de transmissão.

O potencial hidroenergético do rio Sapucaí-Mirim é aproveitado também pela PCH Retiro, que completa quatro anos em 1º de março. Ambas as usinas foram implantadas com baixo impacto ambiental e custo reduzido, em comparação às hidrelétricas tradicionais. Retiro, também administrada pela CTG Brasil, tem uma capacidade instalada de 16,0 MW e um reservatório de 2,8 quilômetros quadrados de área.

Meio ambiente

Na região das duas PCHs, o programa florestal da CTG Brasil restaurou 952 hectares de mata nativa na Bacia do Sapucaí-Mirim: 398 de Áreas de Preservação Permanente (APP) que pertencem aos reservatórios de Palmeiras e Retiro, 45,13 na recuperação de áreas degradadas e 502 hectares em reflorestamentos de propriedades de terceiros. Nessas áreas, foram plantadas 1,6 milhão de mudas florestais nativas regionais de 122 espécies. 

Por meio do programa de manejo pesqueiro da empresa, o rio Sapucaí-Mirim já recebeu 600 mil novos peixes de espécies nativas. As espécies piapara, piau-três-pintas, curimbatá, lambari-do-rabo-amarelo, bagre e jundiá, utilizadas no repovoamento, foram selecionadas com base em pesquisas científicas desenvolvidas em parceria com a Unesp de Bauru e Jaboticabal, e de acordo com o projeto aprovado pelo Comitê de Bacia Hidrográfica do Sapucaí-Mirim/Grande (CBH/ SMG) e órgão ambiental.

Usina Chavantes completa 48 anos de operação

Um dos mais importantes aproveitamentos hidrelétricos do rio Paranapanema, com 414 MW de capacidade instalada, a usina Chavantes completa 48 anos no dia 6 de fevereiro. Sob a gestão da CTG Brasil – a segunda maior geradora de energia privada do país – o empreendimento localizado entre Chavantes (SP) e Ribeirão Claro (PR) produz energia capaz de abastecer uma cidade com cerca de 700 mil habitantes.

Instalada no Médio Paranapanema, intermediando as hidrelétricas Jurumirim (acima, na cabeceira do rio) e Salto Grande (abaixo), Chavantes se destaca por seu reservatório de grande acumulação, com capacidade de armazenar 3,04 bilhões de metros cúbicos de água. Esta espécie de ‘caixa d’água’ contribui para a regularização da vazão média do rio, colaborando no controle de cheias e de secas, e assegura outros usos da água para a população.

Em Chavantes fica a Vila Técnica, base de diversas equipes da CTG Brasil responsáveis pela operação e manutenção das oito usinas sob a gestão da companhia no rio Paranapanema, prestando suporte administrativo e tecnológico, e realizando os programas socioambientais.

A UHE Chavantes é resultado de um projeto cuja execução demandou 12 anos de trabalhos. Na fase inicial da construção foi denominada “Usina Itararé”, mas teve o nome alterado posteriormente para “Usina Xavantes”, até chegar à nova grafia, em 1990.

Turismo

Além do desenvolvimento econômico e tecnológico, a instalação da usina Chavantes fomentou o turismo em municípios paranaenses e paulistas banhados pelo reservatório – um lago límpido de 419 quilômetros quadrados de área, com bordas que se estendem por 1.085 quilômetros.  Cidades como Piraju (SP), Ribeirão Claro e Carlópolis (PR) aproveitam as belezas naturais e a boa qualidade da água para atrair banhistas às suas praias de água doce, praticantes de esportes náuticos e da pesca esportiva, oferecendo boas opções de lazer junto à natureza.

Solturas de peixes

Para comemorar o aniversário da usina Chavantes, a CTG Brasil realiza, nos dias 5 e 6 de fevereiro, duas solturas de peixes, totalizando 160 mil alevinos no reservatório. A primeira atividade acontece na segunda-feira, às 14h, com a soltura de 80 mil exemplares das espécies piapara e piau-três-pintas, no Parque do Dourado em Piraju (SP). Na tarde seguinte, mais 80 mil serão colocados nas proximidades da balsa situada no município de Fartura (SP).

Ainda em março, o reservatório Chavantes receberá mais 50 mil novos peixes, que serão depositados no Balneário de Ribeirão Claro (PR).

As ações fazem parte do cronograma anual de peixamento da companhia. Nesta primeira etapa serão soltos mais de 1 milhão de alevinos em pontos estratégicos dos oito reservatórios no rio Paranapanema administrados pela CTG Brasil.

Visite a usina

A CTG Brasil mantém um programa de visitação de suas usinas, por meio do qual é possível a grupos, especialmente de estudantes, realizar visitas monitoradas à usina Chavantes. O agendamento é feito pelo e-mail comunicacao@ctgbr.com.br. A hidrelétrica também é a primeira usina da companhia a ‘abrir as portas’ para visitas virtuais. Pelo site www.energiaquegeraenergia.com.br é possível fazer um tour 360º pelas instalações da unidade.

CTG Brasil recebe prêmio “Deal of the Year”

A aquisição dos ativos da Duke Energy no País pela CTG Brasil foi eleita a melhor operação de Fusão e Aquisição de 2017, de acordo com a revista norte-americana Latin Finance A empresa adquiriu oito usinas hidrelétricas com capacidade total instalada de 2.242 MW, localizadas no Rio Paranapanema, e duas pequenas centrais hidrelétricas com capacidade total instalada de 16 MW cada, situadas no Rio Sapucaí-Mirim, no estado de São Paulo. O valor da transação totalizou US$ 1,2 bilhão.

Para o presidente da CTG Brasil, Li Yinsheng, “Nós nos tornamos uma empresa com ativos de referência em operação, manutenção, sustentabilidade, saúde e segurança, agregando valor ainda maior ao nosso portfólio”. A entrega do prêmio aconteceu na noite da última quarta-feira, 17 de janeiro, em Nova York.

O prêmio foi recebido pelo vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios, Liu Yujun, que parabenizou as equipes da CTG do Brasil e da China, assessores jurídicos e financeiros que participaram da transação.

“Este prêmio reconhece a capacidade da CTG em gerenciar negócios complexos em um curto espaço de tempo (oito meses desde o acordo de confidencialidade até a assinatura) e reforça a decisão da companhia de se tornar uma empresa de referência internacional”, afirmou Yujun.
Na manhã do dia 17 Yujun já havia participado de uma mesa redonda com representantes de outras empresas premiadas pela Latin Finance que discutiu tendências econômicas, fontes e estruturas de financiamento na América Latina.

Realizado anualmente, o Deals of the Year Awards, da Latin Finance, reconhece as instituições e transações em circulação nos mercados de capitais da América Latina e do Caribe. Os vencedores são escolhidos pelos editores da revista Latin Finance com base em um rigoroso processo de seleção envolvendo análise de dados, feedback e discussões com profissionais atuantes no mercado.