CTG Brasil tem dois cases premiados em programa de sustentabilidade

A CTG Brasil, uma das principais geradoras privadas de energia elétrica do País, teve dois cases premiados pelo programa Benchmarking Brasil, que reconhece as melhores práticas socioambientais e de sustentabilidade. O projeto Ecologia e Manejo de Peixes, classificado em 4º lugar no ranking, consiste na produção de 3,6 milhões de alevinos que são utilizados pela CTG Brasil em suas ações de repovoamento de peixes nos rios Paraná e Paranapanema. Já a campanha Espaço Legal, que ficou em 5º lugar, visa conscientizar a população no entorno dos reservatórios das usinas da CTG Brasil sobre a ocupação regular e o uso correto dessas áreas, preservando o meio ambiente. A premiação aconteceu na última quinta, dia 28, durante o Bench Day, evento que contou com a apresentação e classificação dos 15 cases selecionados pelo Benchmarking Brasil em 2018.

“Atuar por meio de ações que estejam em harmonia com o meio ambiente é algo que está na nossa missão. Por isso, ter dois cases classificados em um dos mais importantes prêmios de iniciativas na área socioambiental do Brasil para nós é um grande reconhecimento. E, mais importante que fazer parte desse ranking é saber que essas melhores práticas serão compartilhadas pelo Benchmarking Brasil e que podem servir de exemplo para outras empresas e para projetos futuros”, ressaltou Aljan Machado, diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho.

O Benchmarking Brasil reconhece e compartilha as melhores práticas socioambientais de instituições brasileiras. A metodologia de seleção do programa, reconhecida pela ABNT, inclui uma comissão técnica formada por especialistas de diversos países que avaliam as práticas e projetos considerando diversos critérios. Cerca de 370 práticas de 192 instituições já foram certificadas e, até 2017, 205 especialistas de 23 países já haviam participado da comissão técnica.

Ecologia e Manejo Pesqueiro
Ao lado da UHE Salto Grande, no Rio Paranapanema, a CTG Brasil possui uma Estação de Piscicultura onde são realizadas as pesquisas e reproduzidos, por ano, 3,6 milhões de peixes de espécies nativas dos rios Paranapanema e Paraná. Essa produção alimenta o programa de manejo pesqueiro, por meio do qual a empresa realiza o repovoamento dos reservatórios sob a sua administração. As ações de soltura, ao longo do ano, contemplam os reservatórios do Rio Paranapanema com 1,5 milhão de novos peixes e os do Rio Paraná, com 2,1 milhões. As espécies trabalhadas são importantes para os ecossistemas e têm valor econômico e cultural para as comunidades ribeirinhas. A partir dos locais de soltura, os peixes se deslocam pelos reservatórios e afluentes, contribuindo para a manutenção da biodiversidade e ampliação do estoque pesqueiro na região. Além disso, também fazem parte desse projeto as pesquisas realizadas na bacia do Rio Paranapanema pela CTG Brasil, em parceria com a Universidade Estadual de Londrina (UEL), que possibilitam um repovoamento baseado em dados técnicos e científicos, com foco na conservação e manutenção dos estoques pesqueiros.

Espaço Legal
A campanha promove a regularização de acordo com as leis ambientais brasileiras, para que as atividades desenvolvidas ou pretendidas às margens e nos próprios reservatórios ocorram de maneira regular e ordenada, e não comprometam a natureza e o uso sustentável. O objetivo é conservar um patrimônio natural que é de toda a sociedade. Além de um serviço de inspeção permanente, que vistoria e orienta pessoas e instituições sobre como proceder, a CTG Brasil elaborou um guia, com linguagem simples, explicando os procedimentos necessários ao processo de regularização, de acordo com os diferentes tipos de uso. O Guia Espaço Legal está disponível para download no endereço www.ctgbr.com.br/gestaopatrimonial.

CTG Brasil

Criada em 2013, a CTG Brasil é uma subsidiária 100% controlada pela China Three Gorges Corporation. Com investimentos em 17 usinas hidrelétricas e 11 parques eólicos, o portfólio da CTG Brasil hoje tem uma capacidade total instalada de 8,27 GW. Segunda maior geradora privada de energia do país, a CTG Brasil conta com a dedicação de seus talentos locais e está comprometida em contribuir com matriz energética brasileira, pautada pela responsabilidade social e respeito ao meio ambiente.

CTG Brasil apresenta plano de ação de emergência

A CTG Brasil – concessionária que opera oito usinas hidrelétricas no Rio Paranapanema por meio da Rio Paranapanema Energia – realizou nesta terça-feira (26) um encontro para discutir o Plano de Ação de Emergência (PAE). O documento estabelece ações rápidas e eficazes a serem executadas pela empresa em situações que possam comprometer a segurança das barragens das usinas, como rupturas ou grandes inundações. O evento aconteceu no auditório da Usina Hidrelétrica Chavantes, com a participação de técnicos da CTG Brasil, representantes de 8 municípios e de órgãos municipais e da Defesa Civil.

De acordo com o gerente de Segurança de Barragens da CTG Brasil, Pedro Nunes, a iniciativa obedece a uma exigência legal para o setor elétrico brasileiro. A Lei nº 12.334/2010 trata da Política Nacional de Segurança de Barragens e elenca as ações emergenciais a serem adotadas pelas empresas antes e depois de acidentes.

“Elaborado de maneira preventiva, o PAE tem como objetivo preservar a segurança estrutural e operacional da barragem e minimizar os impactos às comunidades e ao meio ambiente em eventuais situações de risco, como grandes cheias, falhas operacionais e problemas estruturais na barragem que podem comprometer a segurança”, explica Pedro.

O evento realizado nesta semana é mais uma etapa da implantação do plano. No final de 2017 a CTG Brasil enviou uma cópia do PAE às prefeituras dos municípios circunvizinhos a seus empreendimentos. Assim, o encontro permitiu o esclarecimento de dúvidas e debates a respeito do papel de cada um nas ações emergenciais.

Responsáveis por elaborar o Plano de Contingência para aplicar em situações de emergência, as prefeituras devem utilizar o PAE no planejamento das mobilizações locais, que inclui identificar e mapear áreas de risco e realizar exercícios simulados. Também é importante que compartilhem o plano com as comunidades, que precisam ser orientadas sobre como devem proceder.

Para o capitão PM Eduardo Cesar Fernandes Filho, diretor do Núcleo de Gerenciamento de Emergências, órgão ligado ao Departamento Estadual de Defesa Civil, o encontro promovido pela CTG Brasil foi produtivo. “É importante essa preocupação da empresa em cumprir a legislação referente à segurança das barragens. Como representantes da Defesa Civil, nosso papel é traduzir de maneira simples as responsabilidades técnicas da empresa para a comunidade local, informando os procedimentos a serem adotados nas situações de riscos”, completa.

Segurança
A CTG Brasil realiza um intenso e permanente trabalho de controle e monitoramento das condições de segurança das barragens, a fim de identificar previamente qualquer comportamento irregular.

“Ressalto que a implantação do PAE é uma medida preventiva. As barragens das usinas hidrelétricas que operamos no Rio Paranapanema estão seguras. Para certificarmos isso, adotamos processos técnicos e de gestão criteriosos e bem definidos, com suporte de uma equipe capacitada, recursos tecnológicos adequados e em total conformidade com as diretrizes definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica [Aneel]”, enfatiza Pedro.

Mais de 2.500 participam da corrida pelo verde

Avaré sediou mais um belo evento esportivo na manhã deste domingo (24). A Corrida Pelo Verde reuniu atletas e amadores da prática de corrida, além de caminhantes de todas as idades nas provas que iniciaram às 8h, na Praça Monsenhor Celso (Praça do Caic). O público também marcou presença, incentivando os participantes e abrilhantando o evento realizado pela Associação Paraolímpica de Campinas (APC), por meio da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), com o patrocínio da CTG Brasil e apoio da Prefeitura Municipal de Avaré.

Ao todo, mais de 2.500 participantes compareceram para as provas de corrida (5 km e 10 km) e caminhada (5 km). Para a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete da Hora, a disposição dos atletas e a participação da comunidade contribuíram para o sucesso do evento em Avaré. “Estamos satisfeitos com o resultado da programação bem prestigiada pelos moradores de Avaré e também da região”, destaca.

Nas provas de corrida o pódio foi bastante disputado. Entre os homens, na corrida de 5km venceu Marildo José Barduco, com o tempo de 16 minutos e 1 segundo. O mesmo percurso foi concluído em 22 minutos e 25 segundos por Sidneia Cristina Gomes, que fez a melhor marca entre as mulheres.

Já na corrida de 10 km o primeiro lugar do masculino ficou com Lucas Marcelino Pereira – 35 minutos e 19 segundos –, e no feminino, Benedita Plens Singulani, que cronometrou 48 minutos e 9 segundos.

Sustentabilidade
Além de incentivar a prática esportiva como meio prevenção à saúde e qualidade de vida, a Corrida Pelo Verde estimulou a solidariedade em Avaré. As inscrições foram gratuitas, mas os participantes puderam doar um quilo de alimento não perecível. As doações voluntárias serão revertidas às entidades assistenciais do município.

A programação também conscientizou o público sobre a importância da preservação ambiental. Utilizando energia limpa e chamando a atenção sobre diferentes formas de cuidar do meio ambiente, o evento foi abastecido por energia solar, gerada a partir de um veículo adaptado com placas fotovoltaicas, que ficou estacionado no local das provas.

PÓDIO
A corrida teve os seguintes vencedores e tempos de conclusão das provas:

5 KM (Masculino)
1º – Marildo José Barduco – 16 minutos e 1 segundo
2º – Diego Alexandre Gonçalves – 16 minutos e 45 segundos
3º – Dieggo Souza – 17 minutos e 4 segundos

5 KM (Feminino)
1º – Sidneia Cristina Gomes – 22 minutos e 25 segundos
2º – Antonia Delvanir Urbano – 22 minutos e 35 segundos
3º – Juliana Batista da Silva – 23 minutos e 3 segundos

10 KM (Masculino)
1º- Lucas Marcelino Pereira – 35 minutos e 19 segundos
2º – Ronivaldo Aparecido Barbosa – 35 minutos e 20 segundos
3º – Manoel Carvalho Sobrinho – 35 minutos e 52 segundos

10 KM (Feminino)
1º – Benedita Plens Singulani – 48 minutos e 9 segundos
2º – Virginia Marcia Gusmão de Almeida – 49 minutos e 14 segundos
3º – Florinda Ferreira Pais – 49 minutos e 30 segundos

CTG Brasil
Criada em 2013, a CTG Brasil é uma subsidiária 100% controlada pela China Three Gorges Corporation. Com investimentos em 17 usinas hidrelétricas e 11 parques eólicos, o portfólio da CTG Brasil hoje tem uma capacidade total instalada de 8,27 GW. Segunda maior geradora privada de energia do país, a CTG Brasil conta com a dedicação de seus talentos locais e está comprometida em contribuir com matriz energética brasileira, pautada pela responsabilidade social e respeito ao meio ambiente.

CTG Brasil marca presença em evento da FGV sobre desafios e perspectivas para o Brasil

“Estou acostumado a falar sobre o Brasil para os chineses, mas hoje vou fazer o oposto: vou falar sobre a China para brasileiros.” Foi assim que Li Yinsheng começou sua apresentação na última quarta-feira, dia 6, no evento Desafios e Perspectivas para o Brasil, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O presidente da CTG Brasil participou do debate Gargalos Estruturais: Educação, Financiamento e Infraestrutura, e aproveitou a oportunidade para falar sobre suas ideias sobre o desenvolvimento de infraestrutura na China nas últimas décadas, abordando                                                                                                                                                                                                                                                               potenciais que Brasil e China poderiam explorar juntos de acordo com a iniciativa “One Belt, One Road” (em tradução literal um cinturão, uma estrada), que foi estendida a essa parte do mundo. Para Li, melhorias na infraestrutura são urgentemente necessárias no Brasil, não apenas para que seja capaz de crescer no futuro, mas também para aumentar a interconexão dentro do país, ajudando pessoas em áreas menos desenvolvidas a se tornarem forças de trabalho mais produtivas.

Ele também falou sobre o setor de energia da China e compartilhou os desafios enfrentados pelo setor com o objetivo de ser mais ecológico e sustentável. “O compromisso da China com o Acordo de Paris não é apenas um desafio, mas também uma ótima oportunidade para transformar o cenário energético do país”, ressaltou ele.

“Precisamos estar atentos às questões sustentáveis, mesmo quando estamos focados no crescimento e expansão de nossos negócios. A CTG Brasil carrega o DNA de sustentabilidade, que está nas raízes tanto da China quanto do Brasil, e estamos comprometidos em conduzir um negócio totalmente sustentável”, comentou.

Foto: Piti Reali

Inscrições para a Corrida Pelo Verde estão abertas até domingo

Até domingo (17), estarão abertas as inscrições para a 3ª etapa da Corrida Pelo Verde, que acontece em Avaré, no dia 24 de junho. São 3 mil vagas disponíveis: 2 mil para a corrida (5 km e 10 km), e mil para a caminhada (5 km). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo site www.corridapeloverde.com.br. A participação está aberta a crianças, adolescentes, adultos, idosos e pessoas com deficiência.

O evento é realizado pela Associação Paraolímpica de Campinas (APC), por meio da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), com o patrocínio da CTG Brasil e apoio da Prefeitura Municipal de Avaré.

De acordo com Daniel Oliveira, da 3 Projetos, empresa organizadora, a Corrida Pelo Verde promove a prática esportiva, mas também conscientiza para a preservação ambiental. Por conta disso, o evento será abastecido por energia solar, gerada a partir de um veículo adaptado com placas fotovoltaicas que estará estacionado no local das provas. “Utilizando energia limpa, buscamos chamar a atenção da população para as diferentes formas de cuidar do meio ambiente e ser a favor do verde”, afirma.

Para a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete Viana da Hora, o projeto vai ao encontro dos valores da empresa, que produz energia limpa com investimentos em 17 hidrelétricas e 11 parques eólicos, em 10 estados brasileiros. “Apoiamos iniciativas comprometidas com o meio ambiente e o bem-estar das pessoas. O projeto Corrida pelo Verde, assim como outros patrocinados pela CTG Brasil na região, é também uma forma de nos relacionarmos com as comunidades vizinhas da hidrelétrica Jurumirim”, comenta.

Solidariedade

A participação é gratuita, mas quem quiser pode doar um quilo de alimento não perecível. A arrecadação será no sábado que antecede o evento (23), das 9h às 17h, na Praça Monsenhor Celso (Praça do Caic). As doações serão revertidas para entidades assistenciais de Avaré.

Cada inscrito receberá um kit contendo gymbag, número de peito, camisa do evento, um chip eletrônico – que cronometra automaticamente o tempo individual do atleta – e medalha. A distribuição dos kits acontece junto com a arrecadação de alimentos.

O evento será no domingo (24), com largada às 8h da Praça do Caic.

Serviço

3ª etapa da Corrida Pelo Verde

Inscrições: Gratuitas, até 17 de junho pela internet

Site: www.corridapeloverde.com.br

Data da prova: 24 de junho (domingo)

CTG Brasil comemora Dia do Meio Ambiente com diversas ações

A CTG Brasil promove uma série de atividades de educação ambiental para celebrar o Dia do Meio Ambiente – lembrado em 5 de junho. As ações são realizadas em parceria com as Prefeituras, nas comunidades próximas aos empreendimentos da empresa.

De acordo com o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil, Aljan Machado, a programação visa apresentar os diversos programas ambientais da companhia, que zelam pela qualidade da água dos reservatórios, manutenção do estoque pesqueiro e recuperação da mata nativa, entre outros. “É importante compartilharmos isso com a comunidade”, destaca.

Em Abdon Batista (SC), a CTG Brasil – que administra a usina Garibaldi, no Rio Canoas – realizou um plantio de mudas de espécies nativas e pedágio educativo, no dia 6, com os alunos do Centro de Educação Profissionalizante (Cedup) Ernesto Antonio Debastiani.

Na região do Rio Paraná, onde estão instaladas as usinas Ilha Solteira e Jupiá, terá soltura de peixes com alunos do ensino fundamental em Santa Clara d’Oeste – de abrangência da UHE Ilha Solteira –, no dia 11; e palestra com foco na preservação ambiental, ministrada a 100 estudantes da Escola Técnica (ETEC) de Andradina, regional da UHE Jupiá, no dia 12.

No município de Caçu, banhado pelo Rio Verde, onde fica a hidrelétrica Salto, técnicos da área do Meio Ambiente da empresa realizam uma palestra para a comunidade, no dia 13. Serão abordados temas como restauração florestal, conservação do solo, preservação da fauna e pesca sustentável.

A concessionária também realiza palestras nos municípios da Bacia do Paranapanema. A primeira ocorre na Flora Vale, em Assis, no dia 11. O público-alvo são produtores rurais e estudantes de curso técnico. As atividades seguem com os alunos da rede pública de Piraju, no dia 14, Pedrinhas Paulista, dia 15, e Itaguajé e Chavantes nos dias 19 e 20 de junho, respectivamente.

Hidrelétrica Rosana completa 31 anos e se destaca por iniciativas ambientais

Última das hidrelétricas dispostas ao longo do Rio Paranapanema, perto do encontro deste com o Rio Paraná, a usina Rosana entrou em operação no dia 10 de junho de 1987. Localizada entre os municípios de Rosana, na margem paulista, e Diamante do Norte, na margem paranaense do rio, o empreendimento completa 31 anos de contribuição ao sistema elétrico brasileiro. Sob a administração da CTG Brasil, por meio da Rio Paranapanema Energia, em 2017 a usina gerou energia que pode abastecer uma cidade de 820 mil habitantes.

Além de produzir energia, a hidrelétrica vem colaborando para melhorar a qualidade ambiental da região. É o caso da participação em um estudo que está sendo realizado pelo IPÊ- Instituto de Pesquisas Ecológicas, com o objetivo de avaliar de que forma os investimentos em restauração ambiental – no caso, na implantação do maior corredor reflorestado do País, que fica na margem paulista do Rio Paranapanema – estão retornando para o negócio e para a biodiversidade.

Com 1.200 hectares restaurados de Mata Atlântica, o corredor florestal foi plantado pelo IPÊ com o suporte da UHE Rosana e outros parceiros, para reconectar as principais Unidades de Conservação da Mata Atlântica no Pontal do Paranapanema: a Estação Ecológica do Mico-Leão-Preto e Parque Estadual do Morro do Diabo. Um dos resultados já verificados no estudo é o retorno de animais a essa área, anteriormente desmatada.

O diretor de Meio Ambiente da CTG Brasil, Aljan Machado, destaca espécies ameaçadas, como mico-leão-preto, onça pintada e jaguatirica. “Um dos problemas para a sobrevivência dessas espécies é a perda de habitat e o corredor é uma das formas de suprir a necessidade de deslocamento entre as unidades de conservação, tanto para alimentação e dessedentação, como para reprodução dos animais. A presença dessa fauna é um dos indicadores de sucesso”, explica.

“Desde o momento em que estabelecemos o corredor, passamos a monitorá-lo com relação ao desenvolvimento da floresta. Com a coleta de dados sobre os serviços ecossistêmicos e o capital natural desse corredor, também estamos verificando as espécies já utilizando essas matas para transitarem de uma unidade de conservação para outra. Era um grande sonho ver esses animais circulando e usando essa área para transitarem e sobreviverem”, conta Laury Cullen Jr, coordenador do projeto Corredores de Mata Atlântica, do IPÊ.

Machado ressalta que a hidrelétrica Rosana vem cumprindo um importante papel na promoção florestal também do lado paranaense. “Além do investimento em corredores florestais que ajudam a reconstruir a paisagem natural, destaco, na margem paranaense do Rio Paranapanema, a doação de uma área da usina em favor da UEM e do IAP”. O diretor se refere à doação de 214 hectares pela UHE Rosana, realizada há dois anos: 82 deles para a Universidade Estadual de Maringá (UEM), contemplando o Campus Regional do Noroeste e o Colégio Estadual Agrícola do Noroeste, e 132 hectares para a Estação Ecológica do Caiuá, por meio do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), gestor dessa Unidade de Conservação que mantém o maior remanescente florestal contínuo do noroeste do Paraná.

CTG Brasil tem novo Diretor Comercial

A CTG Brasil, uma das principais geradoras privadas de energia do País, anuncia Vitor Lazzareschi como o novo Diretor Comercial da companhia. O executivo, que assumiu a posição em 1 de junho, passa a ser responsável pelas equipes de Comercialização e BackOffice, com foco na estratégia de atuação junto aos mercados Livre e Regulado de energia.

Formado em Engenharia Eletrotécnica pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestrado em energia pela Universidade de São Paulo,especialização em Relações Governamentais e MBAs em Finanças e Gestão Executiva, Lazzareschi coordena também o Grupo Técnico de Regulação da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine).

Ele iniciou suas atividades na CTG Brasil como gerente de Assuntos Regulatórios, com a aquisição da Rio Paranapanema, posição que ocupava desde 2013. Nessa atividade, foi responsável por monitorar e internalizar a regulamentação do setor. Antes, ocupou o cargo de Assessor Técnico e Econômico do Conselho de Administração (CAd) da CCEE entre 2008 e 2010 e atuou na área de compra e venda de energia da CPFL.

Lazzareschi irá se reportar ao vice-presidente de Geração da CTG Brasil, Evandro Vasconcelos.

 

Benchmarking ambiental seleciona projetos da CTG Brasil

Um dos mais respeitados selos de sustentabilidade do País, o Benchmarking Ambiental Brasil selecionou dois programas da CTG Brasil para sua edição 2018. “Manejo de Peixes da Piscicultura Salto Grande”, por meio do qual a empresa produz 3,6 milhões de alevinos utilizados em suas ações de repovoamento nos rios Paraná e Paranapanema, e a campanha “Espaço Legal”, de incentivo à regularização ambiental de ocupações às bordas de reservatórios hidrelétricos, passarão a integrar o maior banco digital de práticas de sustentabilidade certificadas e com livre acesso na internet.

Criada em 2013, a CTG Brasil em cinco anos de atuação, tornou-se a segunda maior geradora privada do País, com capacidade instalada de 8,27 GM. A companhia administra 17 hidrelétricas e 11 parques eólicos, em 10 estados brasileiros, gerando energia para abastecer cerca de 16 milhões de brasileiros.

A seleção dos cases inscritos no Programa Benchmarking foi comemorada na empresa. “O Benchmarking Brasil reúne mais de 200 especialistas e ativistas de 25 países para selecionar as boas práticas, certificando e compartilhando esses cases com toda a sociedade. Esse selo de sustentabilidade é mais um importante reconhecimento à nossa atuação ambiental”, comenta o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil, Aljan Machado.

Nas 15 edições anteriores, o Benchmaking Brasil certificou mais de 400 projetos de 192 organizações. Além de integrar o banco digital, os cases foram compartilhados em livros, revistas e eventos técnicos, como seminários, fóruns e congressos, alcançando mais de 80 mil pessoas. Os programas da CTG Brasil já selecionados pelo ranking concorrerem ainda a uma premiação no dia 28 de junho, em São Paulo, com apresentação dos projetos selecionados e divulgação do Ranking 2018 dos Detentores das Melhores Práticas Socioambientais do Brasil.

Manejo Pesqueiro
Ao lado da UHE Salto Grande, no Rio Paranapanema, a CTG Brasil possui uma Estação de Piscicultura onde são realizadas as pesquisas e reproduzidos, por ano, 3,6 milhões de peixes de espécies nativas dos rios Paranapanema e Paraná. Essa produção alimenta o programa de manejo pesqueiro, por meio do qual a empresa realiza o repovoamento dos reservatórios sob a sua administração.

As ações de soltura, ao longo do ano, contemplam os reservatórios do Rio Paranapanema com 1,5 milhão de novos peixes e os do Rio Paraná, com 2,1 milhões. As espécies trabalhadas são importantes para os ecossistemas e têm valor econômico e cultural para as comunidades ribeirinhas. A partir dos locais de soltura, os peixes se deslocam pelos reservatórios e afluentes, contribuindo para a manutenção da biodiversidade e ampliação do estoque pesqueiro na região.

Espaço Legal
A campanha promove a regularização de acordo com as leis ambientais brasileiras, para que as atividades desenvolvidas ou pretendidas às margens e nos próprios reservatórios ocorram de maneira regular e ordenada, e não comprometam a natureza e o uso sustentável. O objetivo é conservar um patrimônio natural que é de toda a sociedade.

Além de um serviço de inspeção permanente, que vistoria e orienta pessoas e instituições sobre como proceder, a CTG Brasil elaborou um guia, com linguagem simples, explicando os procedimentos necessários ao processo de regularização, de acordo com os diferentes tipos de uso. O Guia Espaço Legal está disponível para download no endereço www.ctgbr.com.br/gestaopatrimonial.

Hidrelétrica Salto Grande completa 60 anos

Primeiro aproveitamento hidrelétrico no Rio Paranapanema, a usina Salto Grande entrou em operação há 60 anos, em 31 de maio. Localizada entre Salto Grande (SP) e Cambará (PR), ela é um marco do início da nacionalização da tecnologia hidrelétrica no Brasil. Para celebrar a data, a CTG Brasil, que administra o empreendimento por meio da Rio Paranapanema Energia, inaugura uma exposição histórica permanente na usina, apresentando em painéis com fotos e textos um retrospecto das seis décadas.

De acordo com Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, o objetivo da exposição, realizada em parceria com a Fundação Energia e Saneamento, é preservar a memória e compartilhá-la com as atuais e futuras gerações. “A hidrelétrica Salto Grande é um empreendimento emblemático para o setor elétrico brasileiro e de grande importância histórica para a região. Estamos satisfeitos em disponibilizar a exposição para os colaboradores e visitantes”, comenta.

Tamanha foi a importância da hidrelétrica à época de sua construção, que na inauguração estiveram presentes o então presidente da República, Juscelino Kubitschek, e o governador do Estado de São Paulo, Jânio Quadros. Na região, a operação de Salto Grande contribuiu para atrair indústrias de transformação e fomentou o transporte ferroviário no oeste paulista.

A usina Salto Grande chega aos 60 anos em plena forma. Com capacidade instalada de 73,8 MW, em 2017 gerou energia suficiente para abastecer uma cidade de 195 mil habitantes. Também no ano passado obteve, mais uma vez, as certificações nas normas NBR ISO 14001, NBR 16001 e OHSAS 18001, respectivamente ligadas à Gestão Ambiental, de Responsabilidade Social e de Saúde e Segurança Ocupacional.

“Essas certificações evidenciam para a sociedade as boas práticas adotadas e demonstram o comprometimento da concessionária na construção de um ambiente de excelência operacional, que inclui nossos cuidados com o meio ambiente, segurança no trabalho e desenvolvimento sustentável”, diz Evandro Vasconcelos, vice-presidente de Geração da CTG Brasil.

Grupos interessados em conhecer a hidrelétrica podem agendar visitas pelo e-mail comunicacao@ctgbr.com.br. A visitação é monitorada, gratuita e realizada em grupos de 25 a 50 pessoas, com idade mínima de 7 anos. E os visitantes, a partir de agora, terão acesso também à história da usina Salto Grande, por meio da exposição comemorativa aos 60 anos.

MEIO AMBIENTE
Sobre a qualidade ambiental na abrangência da hidrelétrica Salto Grande, o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil, Aljan Machado, diz que a companhia desenvolve diversos programas e projetos para pesquisa, manutenção e recuperação de áreas florestais, das populações de mamíferos, aves e da fauna aquática natural da região.

“No que diz respeito às aves, por exemplo, foram identificadas no entorno de Salto Grande 277 espécies, 17 sob ameaça de extinção no Paraná e 10, no Estado de São
Paulo. O reflorestamento e a regeneração de áreas florestais contribuem para a conservação e aumento das populações, especialmente os corredores florestais formados para interligar manchas de florestas antes isoladas”, expõe Machado.

A Estação de Piscicultura, onde são realizadas pesquisas e reproduzidos, a cada ano, 3,6 milhões de peixes para repovoamento dos rios Paranapanema e Paraná, está localizada ao lado da hidrelétrica Salto Grande. Suas instalações também estão abertas à visitação mediante agendamento.