Usinas Jupiá e Ilha Solteira recebem jovens profissionais

 

Nesta semana, 11 jovens profissionais começam a trabalhar na CTG Brasil, atuando na área de manutenção das usinas hidrelétricas Jupiá e Ilha Solteira. Eles foram selecionados para participar do Programa Nova Geração, que proporciona um programa de treinamento e desenvolvimento por 1 ano, com acompanhamento pela equipe de RH e profissionais experientes das usinas, que desempenham o papel de tutores.

De acordo com a diretora de RH da companhia, Geisa Angeli, o programa foi criado para alavancar o início das carreiras desses jovens técnicos. “A CTG Brasil investe no desenvolvimento das pessoas, criando  programas de capacitação e trazendo a diversidade criativa para dentro da nossa empresa. É também uma estratégia para mantermos  a excelência”, comenta.

Quanto às vantagens do Nova Geração para os profissionais contratados, a diretora destaca  que irão começar suas trajetórias na segunda maior geradora de energia privada do País, interagindo com profissionais com um amplo conhecimento para aprenderem o que há de mais moderno no setor elétrico.

“Agora esperamos desse grupo desenvolvimento profissional de alta performance e integração total com os colaboradores experientes que temos nas usinas. Nós iremos participar do desenvolvimento dessa nova geração e, também, aprender com esses jovens”, ressalta.

Participaram do processo seletivo do Programa Nova Geração jovens com até dois anos de formação em cursos técnicos de Eletrotécnica, Eletrônica, Automação e Mecânica.

PCH Palmeiras completa seis anos de operação

A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Palmeiras completa seis anos de operação no dia 7 de fevereiro. Sob a gestão da CTG Brasil – a segunda maior geradora de energia privada do país – o empreendimento localizado no rio Sapucaí-Mirim, entre São Joaquim da Barra e Guará, tem capacidade instalada de 16,5 MW e produz energia que poderia abastecer uma cidade com cerca de 17 mil habitantes.

Palmeiras possui um reservatório de 2,6 quilômetros quadrados de área e opera a fio d’água, isto é, esse represamento não tem capacidade de acumulação e não apresenta variação de nível. Quanto à energia produzida, Palmeiras – juntamente com a vizinha PCH Retiro – integra o Sistema Interligado Nacional (SIN), que atende à demanda de todas as regiões do País por meio das redes de linhas de transmissão.

O potencial hidroenergético do rio Sapucaí-Mirim é aproveitado também pela PCH Retiro, que completa quatro anos em 1º de março. Ambas as usinas foram implantadas com baixo impacto ambiental e custo reduzido, em comparação às hidrelétricas tradicionais. Retiro, também administrada pela CTG Brasil, tem uma capacidade instalada de 16,0 MW e um reservatório de 2,8 quilômetros quadrados de área.

Meio ambiente

Na região das duas PCHs, o programa florestal da CTG Brasil restaurou 952 hectares de mata nativa na Bacia do Sapucaí-Mirim: 398 de Áreas de Preservação Permanente (APP) que pertencem aos reservatórios de Palmeiras e Retiro, 45,13 na recuperação de áreas degradadas e 502 hectares em reflorestamentos de propriedades de terceiros. Nessas áreas, foram plantadas 1,6 milhão de mudas florestais nativas regionais de 122 espécies. 

Por meio do programa de manejo pesqueiro da empresa, o rio Sapucaí-Mirim já recebeu 600 mil novos peixes de espécies nativas. As espécies piapara, piau-três-pintas, curimbatá, lambari-do-rabo-amarelo, bagre e jundiá, utilizadas no repovoamento, foram selecionadas com base em pesquisas científicas desenvolvidas em parceria com a Unesp de Bauru e Jaboticabal, e de acordo com o projeto aprovado pelo Comitê de Bacia Hidrográfica do Sapucaí-Mirim/Grande (CBH/ SMG) e órgão ambiental.

Usina Chavantes completa 48 anos de operação

Um dos mais importantes aproveitamentos hidrelétricos do rio Paranapanema, com 414 MW de capacidade instalada, a usina Chavantes completa 48 anos no dia 6 de fevereiro. Sob a gestão da CTG Brasil – a segunda maior geradora de energia privada do país – o empreendimento localizado entre Chavantes (SP) e Ribeirão Claro (PR) produz energia capaz de abastecer uma cidade com cerca de 700 mil habitantes.

Instalada no Médio Paranapanema, intermediando as hidrelétricas Jurumirim (acima, na cabeceira do rio) e Salto Grande (abaixo), Chavantes se destaca por seu reservatório de grande acumulação, com capacidade de armazenar 3,04 bilhões de metros cúbicos de água. Esta espécie de ‘caixa d’água’ contribui para a regularização da vazão média do rio, colaborando no controle de cheias e de secas, e assegura outros usos da água para a população.

Em Chavantes fica a Vila Técnica, base de diversas equipes da CTG Brasil responsáveis pela operação e manutenção das oito usinas sob a gestão da companhia no rio Paranapanema, prestando suporte administrativo e tecnológico, e realizando os programas socioambientais.

A UHE Chavantes é resultado de um projeto cuja execução demandou 12 anos de trabalhos. Na fase inicial da construção foi denominada “Usina Itararé”, mas teve o nome alterado posteriormente para “Usina Xavantes”, até chegar à nova grafia, em 1990.

Turismo

Além do desenvolvimento econômico e tecnológico, a instalação da usina Chavantes fomentou o turismo em municípios paranaenses e paulistas banhados pelo reservatório – um lago límpido de 419 quilômetros quadrados de área, com bordas que se estendem por 1.085 quilômetros.  Cidades como Piraju (SP), Ribeirão Claro e Carlópolis (PR) aproveitam as belezas naturais e a boa qualidade da água para atrair banhistas às suas praias de água doce, praticantes de esportes náuticos e da pesca esportiva, oferecendo boas opções de lazer junto à natureza.

Solturas de peixes

Para comemorar o aniversário da usina Chavantes, a CTG Brasil realiza, nos dias 5 e 6 de fevereiro, duas solturas de peixes, totalizando 160 mil alevinos no reservatório. A primeira atividade acontece na segunda-feira, às 14h, com a soltura de 80 mil exemplares das espécies piapara e piau-três-pintas, no Parque do Dourado em Piraju (SP). Na tarde seguinte, mais 80 mil serão colocados nas proximidades da balsa situada no município de Fartura (SP).

Ainda em março, o reservatório Chavantes receberá mais 50 mil novos peixes, que serão depositados no Balneário de Ribeirão Claro (PR).

As ações fazem parte do cronograma anual de peixamento da companhia. Nesta primeira etapa serão soltos mais de 1 milhão de alevinos em pontos estratégicos dos oito reservatórios no rio Paranapanema administrados pela CTG Brasil.

Visite a usina

A CTG Brasil mantém um programa de visitação de suas usinas, por meio do qual é possível a grupos, especialmente de estudantes, realizar visitas monitoradas à usina Chavantes. O agendamento é feito pelo e-mail comunicacao@ctgbr.com.br. A hidrelétrica também é a primeira usina da companhia a ‘abrir as portas’ para visitas virtuais. Pelo site www.energiaquegeraenergia.com.br é possível fazer um tour 360º pelas instalações da unidade.

CTG Brasil recebe prêmio “Deal of the Year”

A aquisição dos ativos da Duke Energy no País pela CTG Brasil foi eleita a melhor operação de Fusão e Aquisição de 2017, de acordo com a revista norte-americana Latin Finance A empresa adquiriu oito usinas hidrelétricas com capacidade total instalada de 2.242 MW, localizadas no Rio Paranapanema, e duas pequenas centrais hidrelétricas com capacidade total instalada de 16 MW cada, situadas no Rio Sapucaí-Mirim, no estado de São Paulo. O valor da transação totalizou US$ 1,2 bilhão.

Para o presidente da CTG Brasil, Li Yinsheng, “Nós nos tornamos uma empresa com ativos de referência em operação, manutenção, sustentabilidade, saúde e segurança, agregando valor ainda maior ao nosso portfólio”. A entrega do prêmio aconteceu na noite da última quarta-feira, 17 de janeiro, em Nova York.

O prêmio foi recebido pelo vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios, Liu Yujun, que parabenizou as equipes da CTG do Brasil e da China, assessores jurídicos e financeiros que participaram da transação.

“Este prêmio reconhece a capacidade da CTG em gerenciar negócios complexos em um curto espaço de tempo (oito meses desde o acordo de confidencialidade até a assinatura) e reforça a decisão da companhia de se tornar uma empresa de referência internacional”, afirmou Yujun.
Na manhã do dia 17 Yujun já havia participado de uma mesa redonda com representantes de outras empresas premiadas pela Latin Finance que discutiu tendências econômicas, fontes e estruturas de financiamento na América Latina.

Realizado anualmente, o Deals of the Year Awards, da Latin Finance, reconhece as instituições e transações em circulação nos mercados de capitais da América Latina e do Caribe. Os vencedores são escolhidos pelos editores da revista Latin Finance com base em um rigoroso processo de seleção envolvendo análise de dados, feedback e discussões com profissionais atuantes no mercado.

Museu da Energia é reaberto com patrocínio da CTG Brasil

No dia 25 de janeiro (quinta-feira), aniversário de 464 anos da cidade, São Paulo ganhará mais um presente: a reabertura do Museu da Energia de São Paulo (Alameda Nothmann, 184). O espaço, que recebe o patrocínio da CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia elétrica do País, terá novas salas e recursos audiovisuais que abordam temas como a história da iluminação pública na cidade e o uso sustentável da energia, além de um “Espaço das Águas”.

“Contribuir com o desenvolvimento sustentável das comunidades onde atuamos está entre as prioridades da CTG Brasil. O patrocínio ao Museu da Energia mostra o nosso comprometimento com a cultura e educação no País e com a preservação da história do setor de energia no Brasil”, diz Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação & Sustentabilidade da CTG Brasil, que está investindo R$ 807 mil na reabertura do museu.

O local, um casarão nos Campos Elíseos, Patrimônio Histórico, é mantido pela Fundação Energia e Saneamento.

Exposições marcam a nova fase do museu

“Encontros improváveis de um lugar em comum”, que representa obras dos artistas multimídia Cadu, Guto Lacaz, Paulo Nenflidio e Regina Silveira. Espalhadas pelos dois andares do Museu, as obras dialogam, de forma particular, com os temas “água e energia”. “A proposta é trazer diferentes experiências sobre os conteúdos abordados pelo Museu com um olhar poético e crítico das artes visuais”, esclarece Luciana Nemes, curadora da mostra temporária e coordenadora do Museu da Energia.

Grafites e Pinturas murais

A área externa do Museu será um local permanente para exposições de grafites e pinturas murais. Anualmente, novos artistas serão convidados para a reformulação estética do espaço.

Mônica Martins, da Galeria Fresta, assina a primeira curadoria da área externa do Museu, que terá a participação de Binho Ribeiro, Tinho, Bieto, Inea, Gallé, Ficko, Célio, Mogle e Paulo Ito. O projeto tem como objetivo criar uma área de apreciação, convívio, reflexão e expressão artística do grafite na região do entorno do Museu, nos Campos Elíseos.

Os grafites serão realizados entre os dias 18 e 24 de janeiro e os artistas estarão apoiando a ação com o uso de material próprio.

Usina Hidrelétrica São Manoel inicia operação em testes

A Usina Hidrelétrica São Manoel foi conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) na noite desta segunda-feira (05) quando iniciou a operação, em testes, da sua primeira turbina hidrelétrica, antecipando o prazo previsto de maio de 2018 estabelecido nos contratos de comercialização de energia elétrica no ambiente regulado (CCEAR). A obra é uma parceria entre a CTG Brasil, EDP Brasil e Furnas Centrais Elétricas.

O empreendimento, construído no Rio Teles Pires, na Divisa do estado do Mato Grosso com o Pará, opera a fio d’água, configuração na qual há baixo reservatório acumulado para a geração de energia. As obras tiveram início em setembro de 2014 e, até o terceiro trimestre, receberam investimentos de R$ 3,3 bilhões. Serão quatro unidades geradoras com 175 megawatts (MW) de capacidade instalada cada, totalizando 700 MW de potência, energia suficiente para atender uma população de cerca 2,5 milhões de pessoas.

“Continuamos trabalhando com um cronograma de antecipação das outras três máquinas”, afirma Luiz Otavio Henriques, presidente da Empresa de Energia São Manoel.

Espera-se para as próximas semanas a Declaração Comercial de Operação (DCO) emitida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), com a qual a usina estará apta a negociar a energia e reforçar o sistema. Os contratos de venda de longo prazo assinados quando o empreendimento foi leiloado precisam ser cumpridos somente a partir de maio de 2018 e, por isso, o volume produzido até lá será liquidado no mercado de curto prazo ou comercializado em contratos bilaterais.

Hidrelétrica Salto Grande renova três certificações

A hidrelétrica Salto Grande obteve, mais uma vez, as certificações nas normas NBR ISO 14001, NBR 16001 e OHSAS 18001, respectivamente ligadas à Gestão Ambiental, de Responsabilidade Social e de Saúde e Segurança Ocupacional. Trata-se de uma renovação, pois a usina já havia conquistado essas certificações, em outubro de 2014, com o escopo “Processos de operação, manutenção e administração para a geração de energia elétrica”. Após nova auditoria (os certificados devem ser validados a cada três anos), a Fundação Vanzolini recomendou a renovação.

A auditoria é um olhar externo, independente, pautado por uma série de rígidos requisitos. Em Salto Grande, os auditores verificaram a documentação, acompanharam os procedimentos operacionais e as rotinas administrativas da usina, visitaram o reservatório, projetos sociais apoiados pela empresa, bem como conversaram com representantes da comunidade, clientes e de outras partes interessadas para certificar que a gestão da usina é aderente aos padrões normativos.

“Durante todo esse processo, nenhuma ‘não conformidade foi apontada pelos auditores. Estamos muito satisfeitos com as certificações, que evidenciam para a sociedade as boas práticas adotadas e o compromisso pela boa gestão e governança de nossos processos”, comenta Li Yinsheng, presidente do Grupo CTG Brasil, do qual faz parte a Rio Paranapanema Energia, concessionária de Salto Grande.

“As certificações demonstram o comprometimento na construção de um ambiente de excelência operacional, que vão da preocupação com a preservação do meio ambiente, passam pela segurança do ambiente de trabalho dos colaboradores e avançam para a criação de rotinas que promovam o desenvolvimento sustentável”, enfatiza o presidente da CTG Brasil.

CTG Brasil lança programa para técnicos em início de carreira

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, abre nesta quarta-feira (27/09) as inscrições para o Programa Nova Geração, criado para desenvolver jovens técnicos em início de carreira para atuar na área de Manutenção. São 13 vagas no total, sendo seis na usina hidrelétrica Jupiá, em Três Lagoas (MS), e sete na usina de Ilha Solteira (SP), ambas sob concessão da companhia, líder mundial em geração de energia limpa.

Para participar do programa é preciso ter até dois anos de formação (entre dezembro de 2015 e dezembro de 2017) em cursos técnicos em Eletrotécnica, Eletrônica e Mecânica e ter disponibilidade para viagens. Inglês será um diferencial.

Durante o programa, que terá duração de um ano, os jovens profissionais serão acompanhados pela equipe de Recursos Humanos e por tutores técnicos experientes, favorecendo a troca de conhecimento entre gerações.

“O Nova Geração é uma oportunidade para técnicos recém-formados aprenderem com profissionais experientes trabalhando em usinas hidrelétricas emblemáticas para o sistema elétrico brasileiro”, diz Geisa Angeli, gerente sênior de Recursos Humanos da empresa.

“Desde que ingressou no País, a CTG Brasil tem como prioridade a valorização dos profissionais das regiões onde atua. O programa Nova Geração é mais uma iniciativa nesse contexto”, ressalta Geisa.

Inscrições
As inscrições para participar do programa devem ser feitas até 27 de outubro de 2017 pelo site www.novageracaoctgbrasil.com.br. Os 13 candidatos selecionados iniciarão o trabalho nas usinas em fevereiro de 2018.

A empresa disponibilizará informações também em seus demais canais digitais:

Facebook: https://www.facebook.com/ctg.brasil/

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/10944879/jobs/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCPk20kQeh1Z4ctpk3Yo4k-w

CTG Brasil doa 1,3 mil mudas no Dia da Árvore

A CTG Brasil celebrou o Dia da Árvore – lembrado em 21 de setembro – com diversas ações de educação ambiental, em parceria com as Prefeituras, nas comunidades próximas aos seus empreendimentos. Nesta quinta e sexta-feira foram realizados plantios, doação de 1,3 mil mudas de árvores de espécies nativas e palestras para alunos do ensino fundamental. Ao todo, 500 estudantes participaram das atividades.

De acordo com o gerente de Meio Ambiente da CTG Brasil, Rogério Marchetto, “faz parte da responsabilidade socioambiental da empresa realizar ações que contribuam para a conscientização da comunidade e preservação do meio ambiente”.

Em Cerro Negro (SC), na região da usina hidrelétrica Garibaldi, houve plantio de 50 árvores com a participação dos alunos na Comunidade do Araçá e mais outras 150 mudas doadas. Para a cidade vizinha, Abdon Batista, a concessionária entregou 300 mudas para utilizar na recuperação de áreas degradadas.

No município de Paranaíba (MS) – região da usina hidrelétrica Jupiá –, além do plantio e palestra sobre o meio ambiente, estudantes, professores e funcionários da Escola Municipal Maria Luiza Corrêa Machado receberam 600 mudas para levarem para a casa.

Ainda na região da UHE Chavantes foram mais dois plantios de mudas, com palestras educativas para estudantes de Carlópolis (PR) e Chavantes (SP) e doação de 100 mudas de árvores para cada cidade. Essa iniciativa foi realizada pela Rio Paranapanema Energia – concessionária que faz parte do Grupo CTG no Brasil.

Hidrelétrica Jurumirim completa 55 anos

Setembro de 1962 tornou-se um marco para os municípios paulistas do Médio Paranapanema. No dia 21, com grande repercussão nacional, entrava em operação a hidrelétrica Jurumirim, parte de um grandioso projeto para fornecer energia a municípios da Bacia do Paranapanema até então precariamente atendidos por pequenas usinas e geradores de prefeituras.

Graças à inauguração, cidades como Piraju, Avaré, Cerqueira Cesar, Itaí e Tejupá puderamregularizar o fornecimento de energia elétrica. Com obras iniciadas em 1956 – em plena era JK, quando o setor elétrico nacional tomava impulso – a hidrelétrica concluída há 55 anos, no governo João Goulart, tem capacidade atual de gerar 100,9 MW, suficientes para atender uma cidade de mais de 900 mil habitantes, contribuindo com o sistema elétrico brasileiro.

Para a região, sua construção incrementou a infraestrutura viária, com novas estradas e pontes; movimentou a economia, ao gerar milhares de empregos; e trouxe operários de diversas partes do país, muitos deles e seus descendentes até hoje moradores das cidades vizinhas à usina. Uma vez concluída, Jurumirim também abriu caminho para uma nova e importante atividade econômica: o turismo.

O reservatório de 470 quilômetros quadrados, com capacidade para 7,7 bilhões de metros cúbicos, une beleza cênica e águas limpas atraindo turistas em busca de lazer, pesca e esportes aquáticos. Para as comunidades locais, serve ainda a outros usos, como abastecimento urbano, irrigação de lavouras e piscicultura.

A gestão da usina alcança também a biodiversidade da região e do rio Paranapanema, por meio de diversos programas ambientais. “Somente nos últimos cinco anos foram soltos 839 mil alevinos de espécies nativas no reservatório, plantadas mais de 72 mil árvores de essências nativas no seu entorno, bem como foram doadas mais de 89 mil mudas de árvores nativas para projetos de restauração florestal de propriedades rurais parceiras da empresa no programa de Promoção Florestal”, expõe Evandro Vasconcelos, vice-presidente da Geração da CTG Brasil.

CTG Brasil

Desde o início de sua operação, as cidades próximas mantêm um importante relacionamento com Jurumirim. De acordo com Vasconcelos, a Rio Paranapanema Energia – atual concessionária e parte do Grupo CTG no Brasil – quer estreitar ainda mais esses laços: “A CTG Brasil entrou no mercado brasileiro visando combinar a experiência do Brasil e da China na geração de soluções de energia limpa para o futuro. É grande o interesse da companhia pelo País, especialmente pelas comunidades vizinhas aos nossos empreendimentos. Queremos colaborar com o desenvolvimento e a qualidade de vida dessas populações”, enfatiza.

Desde dezembro de 2016, a CTG Brasil atua na Bacia do Paranapanema por meio da Rio Paranapanema Energia, atual concessionária das hidrelétricas Jurumirim, Chavantes, Salto Grande, Canos I, Canoas II, Capivara, Taquaruçu e Rosana.

A CTG Brasil é parte da China Three Gorges Corporation (CTG), líder mundial em geração de energia hidrelétrica. Parte de sua empresa está no País desde 2013, mas sua história de cooperação e troca de conhecimento com o Brasil começou na década de 1980, quando engenheiros chineses vieram aprender com os engenheiros de Itaipu para a construção da usina de Três Gargantas, a maior do mundo, localizada no Rio Yangtzé, na China. Começava, aí, um intercâmbio de experiências que perdura até hoje.

Atualmente, a CTG Brasil possui investimentos em 17 usinas hidrelétricas e 11 parques eólicos e uma capacidade total instalada de 8,27 GW, sendo a segunda maior geradora privada de energia do País.  A empresa conta com a dedicação de seus talentos locais e está comprometida em contribuir com matriz energética brasileira, pautada pela responsabilidade social e respeito ao meio ambiente.