CTG Brasil tem novo Diretor Comercial

A CTG Brasil, uma das principais geradoras privadas de energia do País, anuncia Vitor Lazzareschi como o novo Diretor Comercial da companhia. O executivo, que assumiu a posição em 1 de junho, passa a ser responsável pelas equipes de Comercialização e BackOffice, com foco na estratégia de atuação junto aos mercados Livre e Regulado de energia.

Formado em Engenharia Eletrotécnica pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestrado em energia pela Universidade de São Paulo,especialização em Relações Governamentais e MBAs em Finanças e Gestão Executiva, Lazzareschi coordena também o Grupo Técnico de Regulação da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine).

Ele iniciou suas atividades na CTG Brasil como gerente de Assuntos Regulatórios, com a aquisição da Rio Paranapanema, posição que ocupava desde 2013. Nessa atividade, foi responsável por monitorar e internalizar a regulamentação do setor. Antes, ocupou o cargo de Assessor Técnico e Econômico do Conselho de Administração (CAd) da CCEE entre 2008 e 2010 e atuou na área de compra e venda de energia da CPFL.

Lazzareschi irá se reportar ao vice-presidente de Geração da CTG Brasil, Evandro Vasconcelos.

 

Benchmarking ambiental seleciona projetos da CTG Brasil

Um dos mais respeitados selos de sustentabilidade do País, o Benchmarking Ambiental Brasil selecionou dois programas da CTG Brasil para sua edição 2018. “Manejo de Peixes da Piscicultura Salto Grande”, por meio do qual a empresa produz 3,6 milhões de alevinos utilizados em suas ações de repovoamento nos rios Paraná e Paranapanema, e a campanha “Espaço Legal”, de incentivo à regularização ambiental de ocupações às bordas de reservatórios hidrelétricos, passarão a integrar o maior banco digital de práticas de sustentabilidade certificadas e com livre acesso na internet.

Criada em 2013, a CTG Brasil em cinco anos de atuação, tornou-se a segunda maior geradora privada do País, com capacidade instalada de 8,27 GM. A companhia administra 17 hidrelétricas e 11 parques eólicos, em 10 estados brasileiros, gerando energia para abastecer cerca de 16 milhões de brasileiros.

A seleção dos cases inscritos no Programa Benchmarking foi comemorada na empresa. “O Benchmarking Brasil reúne mais de 200 especialistas e ativistas de 25 países para selecionar as boas práticas, certificando e compartilhando esses cases com toda a sociedade. Esse selo de sustentabilidade é mais um importante reconhecimento à nossa atuação ambiental”, comenta o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil, Aljan Machado.

Nas 15 edições anteriores, o Benchmaking Brasil certificou mais de 400 projetos de 192 organizações. Além de integrar o banco digital, os cases foram compartilhados em livros, revistas e eventos técnicos, como seminários, fóruns e congressos, alcançando mais de 80 mil pessoas. Os programas da CTG Brasil já selecionados pelo ranking concorrerem ainda a uma premiação no dia 28 de junho, em São Paulo, com apresentação dos projetos selecionados e divulgação do Ranking 2018 dos Detentores das Melhores Práticas Socioambientais do Brasil.

Manejo Pesqueiro
Ao lado da UHE Salto Grande, no Rio Paranapanema, a CTG Brasil possui uma Estação de Piscicultura onde são realizadas as pesquisas e reproduzidos, por ano, 3,6 milhões de peixes de espécies nativas dos rios Paranapanema e Paraná. Essa produção alimenta o programa de manejo pesqueiro, por meio do qual a empresa realiza o repovoamento dos reservatórios sob a sua administração.

As ações de soltura, ao longo do ano, contemplam os reservatórios do Rio Paranapanema com 1,5 milhão de novos peixes e os do Rio Paraná, com 2,1 milhões. As espécies trabalhadas são importantes para os ecossistemas e têm valor econômico e cultural para as comunidades ribeirinhas. A partir dos locais de soltura, os peixes se deslocam pelos reservatórios e afluentes, contribuindo para a manutenção da biodiversidade e ampliação do estoque pesqueiro na região.

Espaço Legal
A campanha promove a regularização de acordo com as leis ambientais brasileiras, para que as atividades desenvolvidas ou pretendidas às margens e nos próprios reservatórios ocorram de maneira regular e ordenada, e não comprometam a natureza e o uso sustentável. O objetivo é conservar um patrimônio natural que é de toda a sociedade.

Além de um serviço de inspeção permanente, que vistoria e orienta pessoas e instituições sobre como proceder, a CTG Brasil elaborou um guia, com linguagem simples, explicando os procedimentos necessários ao processo de regularização, de acordo com os diferentes tipos de uso. O Guia Espaço Legal está disponível para download no endereço www.ctgbr.com.br/gestaopatrimonial.

Hidrelétrica Salto Grande completa 60 anos

Primeiro aproveitamento hidrelétrico no Rio Paranapanema, a usina Salto Grande entrou em operação há 60 anos, em 31 de maio. Localizada entre Salto Grande (SP) e Cambará (PR), ela é um marco do início da nacionalização da tecnologia hidrelétrica no Brasil. Para celebrar a data, a CTG Brasil, que administra o empreendimento por meio da Rio Paranapanema Energia, inaugura uma exposição histórica permanente na usina, apresentando em painéis com fotos e textos um retrospecto das seis décadas.

De acordo com Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, o objetivo da exposição, realizada em parceria com a Fundação Energia e Saneamento, é preservar a memória e compartilhá-la com as atuais e futuras gerações. “A hidrelétrica Salto Grande é um empreendimento emblemático para o setor elétrico brasileiro e de grande importância histórica para a região. Estamos satisfeitos em disponibilizar a exposição para os colaboradores e visitantes”, comenta.

Tamanha foi a importância da hidrelétrica à época de sua construção, que na inauguração estiveram presentes o então presidente da República, Juscelino Kubitschek, e o governador do Estado de São Paulo, Jânio Quadros. Na região, a operação de Salto Grande contribuiu para atrair indústrias de transformação e fomentou o transporte ferroviário no oeste paulista.

A usina Salto Grande chega aos 60 anos em plena forma. Com capacidade instalada de 73,8 MW, em 2017 gerou energia suficiente para abastecer uma cidade de 195 mil habitantes. Também no ano passado obteve, mais uma vez, as certificações nas normas NBR ISO 14001, NBR 16001 e OHSAS 18001, respectivamente ligadas à Gestão Ambiental, de Responsabilidade Social e de Saúde e Segurança Ocupacional.

“Essas certificações evidenciam para a sociedade as boas práticas adotadas e demonstram o comprometimento da concessionária na construção de um ambiente de excelência operacional, que inclui nossos cuidados com o meio ambiente, segurança no trabalho e desenvolvimento sustentável”, diz Evandro Vasconcelos, vice-presidente de Geração da CTG Brasil.

Grupos interessados em conhecer a hidrelétrica podem agendar visitas pelo e-mail comunicacao@ctgbr.com.br. A visitação é monitorada, gratuita e realizada em grupos de 25 a 50 pessoas, com idade mínima de 7 anos. E os visitantes, a partir de agora, terão acesso também à história da usina Salto Grande, por meio da exposição comemorativa aos 60 anos.

MEIO AMBIENTE
Sobre a qualidade ambiental na abrangência da hidrelétrica Salto Grande, o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil, Aljan Machado, diz que a companhia desenvolve diversos programas e projetos para pesquisa, manutenção e recuperação de áreas florestais, das populações de mamíferos, aves e da fauna aquática natural da região.

“No que diz respeito às aves, por exemplo, foram identificadas no entorno de Salto Grande 277 espécies, 17 sob ameaça de extinção no Paraná e 10, no Estado de São
Paulo. O reflorestamento e a regeneração de áreas florestais contribuem para a conservação e aumento das populações, especialmente os corredores florestais formados para interligar manchas de florestas antes isoladas”, expõe Machado.

A Estação de Piscicultura, onde são realizadas pesquisas e reproduzidos, a cada ano, 3,6 milhões de peixes para repovoamento dos rios Paranapanema e Paraná, está localizada ao lado da hidrelétrica Salto Grande. Suas instalações também estão abertas à visitação mediante agendamento.

Hidrelétrica Salto completa 8 anos

No dia 25 de maio de 2010 a UHE Salto entrou em operação, concretizando mais uma contribuição do Rio Verde ao sistema elétrico brasileiro. A usina, que completa 8 anos, em 2017 gerou 66,10 MW médios – energia que pode abastecer uma cidade com cerca de 200 mil habitantes. Localizada entre os municípios de Caçu e Itarumã, distante 380 quilômetros de Goiânia, a hidrelétrica é operada pela CTG Brasil, segunda maior geradora privada do País. A empresa de origem chinesa adquiriu a Usina Hidrelétrica de Salto em 2015 e detém a concessão do empreendimento até 2037, fornecendo energia limpa para a região Centro-Oeste.

Desde que assumiu a administração da hidrelétrica, a CTG Brasil vem desenvolvendo na região diversos programas ambientais, dentre eles, o de reflorestamento que, nos dois últimos anos, plantou de mais de 80 mil mudas de árvores para restauração da mata nativa na Bacia Hidrográfica do Baixo Paranaíba.

“Além da preservação de espécies florestais do cerrado, como araticum, jatobá e ipê, o reflorestamento atrai a fauna local. Esses animais atuam como dispersores de sementes de outras espécies, aumentando ainda mais a biodiversidade da área”, expõe o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil, Aljan Machado. “A recomposição florestal contribui para as boas condições dos recursos hídricos, redução dos processos de erosão e incremento da riqueza de espécies da fauna e flora”, complementa.

A hidrelétrica Salto possui um reservatório de 60,2 quilômetros quadrados, que se estende por 242 quilômetros lineares de bordas. Para acompanhar a qualidade da água, a CTG Brasil mantém um programa de monitoramento. As análises realizadas em 2017 constatam que essa água pode servir ao abastecimento do consumo humano, após tratamento convencional; para atividades de lazer com contato direto, tais como natação e mergulho; irrigação de hortaliças; criação de peixes e atividade de pesca.

A empresa também atua na preservação das populações de peixes nativos, que têm importância econômica e social para os ribeirinhos. Por isso, durante a piracema, faz a transposição de peixes do reservatório de Salto. “Esse trabalho tem o objetivo de preservar a biodiversidade do rio e contribui para manter as reservas pesqueiras para as atividades esportivas e profissionais”, afirma o Machado. De 2014 a 2017, foram transpostos 1.085 peixes de oito espécies nativas da região.

Ainda segundo o diretor, esse trabalho de recuperação e preservação do meio ambiente é acompanhado por ações de conscientização “para engajar as comunidades na defesa de um patrimônio natural que é de todos”. Como exemplo dessas atividades, ele cita a programação educativa realizada pela CTG Brasil com 250 alunos de Caçu, aproveitando o Dia da Água, comemorado em março. “E em junho estaremos novamente atuando para a conscientização ambiental de estudantes da região, no Dia Mundial do Meio Ambiente”, diz Machado.

CTG Brasil investe R$ 704 milhões em 2ª fase de modernização das usinas Jupiá e Ilha Solteira

A CTG Brasil, uma das principais geradoras privadas de energia elétrica do País, irá investir R$ 704 milhões na segunda fase da modernização das usinas Jupiá e Ilha Solteira (MS), os dois maiores empreendimentos administrados pela companhia.

O investimento total na modernização é de R$ 3 bilhões e o projeto deve durar de oito a dez anos. É o maior investimento já feito em modernização de usinas do Brasil, o que reforça o comprometimento da companhia com o Brasil para o longo prazo.

O objetivo da modernização é melhorar a eficiência, confiabilidade e disponibilidade das hidrelétricas, que já operam há mais de 40 anos. Será implementado um completo sistema de automação nas usinas, garantindo que Ilha Solteira e Jupiá possam continuar tendo um papel fundamental na matriz energética do País.

“Temos como principal objetivo melhorar a eficiência de nossa operação, garantindo a disponibilidade requerida por meio do aumento de confiabilidade das usinas com as melhores soluções técnicas”, afirma Evandro Vasconcelos, vice-presidente de Geração da CTG Brasil.

“Acreditamos que, apesar de eficientes, grande parte dos ativos de geração do País têm espaço para serem modernizados, promovendo mais eficiência ao setor. Como uma das maiores geradoras do País, a CTG sabe do seu papel nesse processo, trabalhando na modernização de seus principais ativos”, completa.

A primeira fase de modernização começou em março de 2017, com investimentos de R$ 300 milhões. Na segunda fase serão mais oito unidades geradoras modernizadas (quatro em cada usina). A General Electric, WEG e Sepco1 são as empresas contratadas nesta etapa do projeto, que deve ser concluído no início de 2021.

A GE será responsável pelo fornecimento completo dos equipamentos para Modernização e Reforma de oito Unidades Geradoras e seus respectivos Sistemas Auxiliares Elétricos e Mecânicos, incluindo Vertedouros. Este trabalho será feito em parceria com as chinesas Power Construction Corporation e Harbin Electric Machinery Company Limited – a GE é líder do consórcio.

A Sepco1 será responsável pelo fornecimento completo dos sistemas de Automação, incluindo a implantação de um novo Centro de Operações da Geração (COG) em Ilha Solteira. Já a Weg fornecerá os Transformadores Elevadores para a UHE Ilha Solteira.
“Contribuir com a modernização de duas grandes hidrelétricas tão importantes para o Brasil é uma honra para nós da GE”, comenta Mauro Cruz, gerente geral da GE Hydro Solutions para América Latina. “Nossa solução ajudará a CTG Brasil a aumentar a vida útil de suas usinas e otimizar sua eficiência”, complementa o executivo.

A CTG Brasil tem um processo de contratação de fornecedores e parceiros bastante criterioso, que segue todas as políticas de Compliance. “Estas empresas foram selecionadas pela alta qualidade de serviços associada ao valor adequado”, explica Evandro Vasconcelos.

Cine CTG Brasil promove sessões gratuitas de cinema

A partir da próxima semana, o Cine CTG Brasil percorrerá municípios da Bacia do Paranapanema promovendo sessões de cinema gratuitas e abertas ao público. Ao longo de 30 dias, cinco cidades paranaenses serão contempladas, cada qual, com dois dias de programação. Além de Siqueira Campos – primeira a receber a atração nos dias 17 e 18 –, o projeto visitará Andirá, Ibiporã, Centenário do Sul e Diamante do Norte, e ainda quatro cidades paulistas. A realização é da Cepar Cultural com patrocínio da CTG Brasil, via Lei Rouanet.

De acordo com a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete da Hora, o objetivo é proporcionar cultura e lazer, por meio da exibição de filmes de qualidade, para comunidades onde não há salas de cinema. Por isso, o projeto leva sua própria sala móvel, em uma carreta ampla e confortável, com capacidade para receber 91 espectadores por sessão, espaço para cadeirantes, rampa e acessibilidade.

Em Siqueira Campos, a sala de cinema ficará em frente ao Ginásio de Esportes, na Avenida dos Pinheiros, no centro da cidade. Nos dois dias, serão 10 sessões, sempre com um filme diferente. As diurnas, destinadas aos estudantes da rede pública, por meio de parceria com a prefeitura local. Já às 18h30, as exibições estarão abertas ao público em geral, e os ingressos devem ser retirados no local.

Todos os filmes da programação tem classificação livre e serão exibidos com áudio, legendas e janela de libras, garantindo a inclusão dos espectadores com necessidades especiais. Na lista estão sucessos como Os Pinguins de Madagascar, Divertidamente e A vida secreta dos Pets, entre outros. Para completar, haverá distribuição de pipoca e refrigerante para os espectadores.

“A CTG Brasil procura estar presente na vida das comunidades vizinhas aos seus empreendimentos. Esse projeto é uma ótima oportunidade para isso. Estamos muito animados em levar essa estrutura e uma ótima programação aonde não há cinema local, e certos de que a circulação será um sucesso”, diz a diretora da empresa que administra oito usinas hidrelétricas ao longo do Rio Paranapanema.

Espetáculo Splash alcança 3 mil pessoas

Em uma temporada de apresentações pela Bacia do Paranapanema, o espetáculo “Splash” alcançou mais de 3 mil pessoas em 16 cidades paulistas e paranaenses. Patrocinado via Lei Rouanet, pela Rio Paranapanema Energia – uma das empresas do Grupo CTG no Brasil –, o show multimídia encantou o público com números de circo, parkour, dança, teatro e música ao vivo.

Ao longo de dois meses a atração itinerou pela região aportando em municípios vizinhos das hidrelétricas operadas pela Rio Paranapanema Energia. Com o foco na conscientização sobre a importância da água para o planeta, as apresentações ocorreram aos finais de semana em espaços abertos, como praças e quadras, além de teatros, centros culturais, ginásios esportivos e escolas públicas, contemplando pessoas de toda a comunidade com ingressos distribuídos gratuitamente.

No Estado de São Paulo a atração cultural visitou as seguintes cidades: Angatuba, Paranapanema, Piraju, Avaré, Ipaussu, Bernardino de Campos, Itaí, Ourinhos, Chavantes, Ibirarema, Cândido Mota e Fartura. Já no lado paranaense foram alcançados Paranavaí, Ibiporã, Itambaracá e Andirá.

De acordo com Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, a companhia participa da vida dos municípios próximos aos seus empreendimentos também por meio de projetos culturais e de educação ambiental, como o Splash, que patrocina visando contribuir com o desenvolvimento local. “Essa proximidade com as comunidades é muito importante para nós, e estamos felizes com os resultados desta temporada de apresentações”, diz.  

O idealizador e produtor do espetáculo, Ricardo Maia, destaca o apoio das prefeituras municipais, por meio das secretarias e departamentos de cultura e educação, como “fundamental para a realização com sucesso do Splash na região do Paranapanema”.  

Premiado

“Splash” foi indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2018, na categoria de Melhor Espetáculo do Ano em Sustentabilidade. O espetáculo é realizado pelo Instituto Paulo Kobayashi, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), e pela Ricardo Maia Produções Artísticas – com a produção da MennaBarreto Consultoria em Esporte e Cultura.

UHE São Manoel inicia operação comercial

A Usina Hidrelétrica São Manoel, construída na divisa do Mato Grosso com o Pará pela parceria entre CTG Brasil, EDP e FURNAS, recebeu autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para dar início à operação comercial da quarta e última unidade geradora, com 175 megawatts (MW) de capacidade instalada.

Após a obtenção da licença, a UHE São Manoel passa a funcionar com toda a sua capacidade instalada, de 700 megawatts (MW), capaz de atender uma cidade quatro vezes maior que Cuiabá. O empreendimento, no qual foram investidos R$ 4,1 bilhões, gera um volume de energia equivalente ao consumo de aproximadamente 2,5 milhões de consumidores, com a formação de um reservatório relativamente pequeno (65 km2). A usina opera a fio d’água, configuração na qual não é necessário um grande acúmulo de água para a geração.

“O compromisso com o desenvolvimento do setor energético está na essência das parcerias das quais participamos. Estamos sempre olhando o mercado e analisando novos investimentos para o crescimento de novas fontes limpas de energia no Brasil”, afirma Evandro Vasconcelos, vice-presidente de geração da CTG Brasil.

“Pela terceira vez consecutiva, a EDP e os seus parceiros conseguiram entregar uma usina hidrelétrica antes do prazo regulatório. Este resultado é o sinal claro do nosso compromisso com o desenvolvimento do setor elétrico brasileiro.”, afirma o presidente da EDP, Miguel Setas.

“Desde o início, a construção desta usina foi um grande desafio, mas conseguimos superá-lo e estamos muito satisfeitos com mais essa conquista. A antecipação do início da operação reforça o comprometimento de Furnas para aumentar a confiabilidade e garantir a excelência operacional”, explica Ricardo Medeiros, presidente de Furnas.   Nesse sentido, nos últimos 12 meses foram incorporados ao Sistema Elétrico Brasileiro cerca de 400 MW além de cerca de 3.300 Km de linhas de transmissão, por meio de parcerias constituídas por Furnas.

Modelo de gestão

Com uma metodologia própria para o gerenciamento e fiscalização do projeto, a primeira turbina iniciou a operação em dezembro, adiantando-se em quatro meses em relação ao cronograma previsto. A quarta, e última, foi entregue dentro do prazo estabelecido nos contratos de comercialização de energia elétrica no ambiente regulado (CCEAR).

Esta é a terceira obra da EDP entregue com antecipação, após Cachoeira Caldeirão, em 2016, e Santo Antônio do Jari, em 2014. Ao todo, foram mais de R$ 6 bilhões investidos nos três projetos desde 2011, ampliando o abastecimento de energia para o Sistema Interligado Nacional (SIN) em cerca de 1.300 megawatts (MW), o suficiente para abastecer um município de 4,6 milhões de habitantes.

Plano Ambiental

Durante o processo de seu licenciamento, a UHE São Manoel elaborou um Plano Básico Ambiental Indígena (PBAI) para cada etnia local, respeitando as especificidades de cada povo, com o objetivo de mitigar e compensar possíveis impactos da construção do empreendimento. Os Programas Ambientais de Comunicação Social e de Educação Ambiental, aprovados pela Funai e pelo IBAMA, juntamente com os demais programas de apoio às comunidades indígenas situadas na área de influência, estão sendo desenvolvidos conforme o previsto.

Serão entregues para as aldeias a construção de quatro escolas e a ampliação de uma quinta, além de cinco espaços para reuniões, três cozinhas comunitárias, seis casas para produção de farinha, três quadras poliesportivas, 17 sistemas de abastecimento de água, cinco unidades básicas de saúde e três casas de apoio na área urbana. Para incrementar as atividades produtivas, a UHE doou ainda cinco tratores com implementos agrícolas, além de 52 embarcações com motores e três caminhonetes e ônibus para facilitar o deslocamento.

Outras ações dos programas são a capacitação de lideranças e a inclusão de estudantes indígenas nos Ensinos Técnico e Superior. A Usina também implementa ações educativas para os trabalhadores do empreendimento e para a população em geral com o objetivo de sensibilizar sobre as diferentes realidades culturais e históricas desses povos e a valorização da diversidade.

CTG Experience aborda inovação e consolida marca junto a clientes e parceiros

A CTG Brasil, uma das principais geradoras privadas de energia elétrica do País, realizou nesta quinta-feira, em São Paulo, a primeira edição do CTG Experience, evento destinado a clientes, parceiros comerciais, fornecedores e comercializadores de energia elétrica, com o objetivo consolidar a marca junto aos seus principais públicos de interesse.

O encontro contou com aproximadamente 450 convidados e foi iniciado com as boas-vindas de Li Yinsheng, presidente da CTG Brasil, que falou sobre a empresa e sua presença no País. Em seguida, os convidados assistiram a uma apresentação de Clóvis Tavares, artista e palestrante, sobre a inovação sob o ponto de vista motivacional e reflexivo.

A jornalista Marília Gabriela apresentou um talk show onde entrevistou a professora doutora Elismar Tavares, autora do livro “Governança Corporativa – Um modelo brasileiro”; e o engenheiro, cientista futurista, economista e escritor José Cordeiro, que abordou, entre diversos temas, o futuro da energia no Brasil e no mundo.

O CTG Experience contou ainda com várias atrações como uma simulação de voo de Asa Delta – na qual os participantes, utilizando tecnologias de realidade virtual, visitam as águas brasileiras, entre as quais se destacam a usina hidrelétrica de Ilha Solteira, administrada pela CTG Brasil – além de uma linha do tempo virtual com informações sobre a companhia no Brasil e no mundo e uma exposição de fotos de todas as usinas operadas pela empresa.

Seminário ambiental destaca campanha da CTG Brasil

Por sua importância para a sustentabilidade dos reservatórios hidrelétricos e bem-estar das comunidades no entorno, a Campanha Espaço Legal, da CTG Brasil, será apresentada no 8º Seminário Brasileiro de Meio Ambiente e Responsabilidade Social no Setor Elétrico (SMARS). O evento, que acontece nos dias 8 e 9 de maio, em Salvador (BA), colabora para que as boas práticas do setor sejam compartilhadas pelas empresas participantes, facilitando o intercâmbio dessas experiências.

Utilizada pela CTG Brasil para promover o uso ambientalmente correto das margens e das águas dos reservatórios das 14 hidrelétricas que administra no País, a Campanha Espaço Legal é dirigida às comunidades vizinhas com o objetivo de informar e sensibilizar para a necessidade de regularização ambiental. A iniciativa alcança 125 municípios dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina banhados pelos reservatórios da companhia, e já apresenta bons resultados

“A campanha contempla os compromissos de sustentabilidade, exigências da legislação ambiental e responsabilidade social da companhia”, diz o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil, Aljan Machado. Ele explica que a gestão sociopatrimonial dos reservatórios exige a articulação com diferentes órgãos ambientais, instituições e comunidades, já que há competências compartilhadas e complementares entre os diversos atores, visando à conservação ambiental e sustentabilidade.

“Nesse contexto, a Espaço Legal vem fortalecendo a gestão compartilhada entre concessionária,  governos e usuários dos recursos hídricos. Surgiram também oportunidades de ações conjuntas para a remoção de estruturas precárias que serviam de apoio à caça e pesca predatória, bem com a regularização de usos já existentes e autorizações para novos empreendimentos – tudo em consonância com a legislação ambiental e o novo Código Florestal”, destaca Machado.

Como parte da campanha, a CTG Brasil elaborou um guia explicando os procedimentos necessários ao processo de regularização, de acordo com os diferentes tipos de uso. O Guia Espaço Legal está disponível para download no endereço www.ctgbr.com.br/gestaopatrimonial. A campanha também fomenta a informação à comunidade por meio da imprensa e promove palestras e encontros de técnicos da empresa com públicos estratégicos.