SAO JOAQUIM DA BARRA, SP, 2017-07-31: Fotos da PCH Palmeiras em Sao Joaquim da Barra - SP para o Perfil Corporativo 2017. (Foto: Henrique Manreza). (Foto: Henrique Manreza)

PCH Palmeiras completa seis anos de operação

A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Palmeiras completa seis anos de operação no dia 7 de fevereiro. Sob a gestão da CTG Brasil – a segunda maior geradora de energia privada do país – o empreendimento localizado no rio Sapucaí-Mirim, entre São Joaquim da Barra e Guará, tem capacidade instalada de 16,5 MW e produz energia que poderia abastecer uma cidade com cerca de 17 mil habitantes.

Palmeiras possui um reservatório de 2,6 quilômetros quadrados de área e opera a fio d’água, isto é, esse represamento não tem capacidade de acumulação e não apresenta variação de nível. Quanto à energia produzida, Palmeiras – juntamente com a vizinha PCH Retiro – integra o Sistema Interligado Nacional (SIN), que atende à demanda de todas as regiões do País por meio das redes de linhas de transmissão.

O potencial hidroenergético do rio Sapucaí-Mirim é aproveitado também pela PCH Retiro, que completa quatro anos em 1º de março. Ambas as usinas foram implantadas com baixo impacto ambiental e custo reduzido, em comparação às hidrelétricas tradicionais. Retiro, também administrada pela CTG Brasil, tem uma capacidade instalada de 16,0 MW e um reservatório de 2,8 quilômetros quadrados de área.

Meio ambiente

Na região das duas PCHs, o programa florestal da CTG Brasil restaurou 952 hectares de mata nativa na Bacia do Sapucaí-Mirim: 398 de Áreas de Preservação Permanente (APP) que pertencem aos reservatórios de Palmeiras e Retiro, 45,13 na recuperação de áreas degradadas e 502 hectares em reflorestamentos de propriedades de terceiros. Nessas áreas, foram plantadas 1,6 milhão de mudas florestais nativas regionais de 122 espécies. 

Por meio do programa de manejo pesqueiro da empresa, o rio Sapucaí-Mirim já recebeu 600 mil novos peixes de espécies nativas. As espécies piapara, piau-três-pintas, curimbatá, lambari-do-rabo-amarelo, bagre e jundiá, utilizadas no repovoamento, foram selecionadas com base em pesquisas científicas desenvolvidas em parceria com a Unesp de Bauru e Jaboticabal, e de acordo com o projeto aprovado pelo Comitê de Bacia Hidrográfica do Sapucaí-Mirim/Grande (CBH/ SMG) e órgão ambiental.